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O mercado automotivo brasileiro passa por atualizações frequentes, e a saída de alguns veículos de linha é um movimento comum entre as montadoras.
Em 2026, alguns modelos já deixaram de ser vendidos no país e outros devem encerrar a produção ou a comercialização nos próximos meses.
Essas mudanças acontecem por diferentes motivos.
Entre eles estão a queda nas vendas, a atualização das linhas de veículos e a necessidade de adaptação às novas regras ambientais, como as exigências do programa de controle de emissões de poluentes no Brasil, segundo a CNN Brasil.
Entre os veículos que devem sair de linha está a Volkswagen Amarok. A atual geração da picape, produzida na fábrica de Pacheco, na Argentina, deve ter a produção encerrada ao longo de 2026.
A montadora trabalha no desenvolvimento de uma nova geração, que deve chegar ao mercado brasileiro posteriormente.
Outro modelo que passou por mudanças é a Mitsubishi L200. A picape deixou de ser comercializada com esse nome após a chegada da nova geração, que passou a utilizar apenas a denominação Mitsubishi Triton.
O Nissan Kicks Play também está entre os modelos que devem deixar o mercado. A versão deve ser substituída por um SUV atualizado da montadora japonesa, com mudanças de design e plataforma.
Outro utilitário esportivo que deixou de ser comercializado no país é o Subaru Forester. O modelo saiu do mercado brasileiro após a decisão da fabricante de encerrar suas operações no país.
Já o Mitsubishi Pajero Sport deve passar por uma mudança de geração. A versão atual não atende às novas exigências de emissões de poluentes e uma nova geração está prevista para ser lançada.
O Suzuki Jimny também deixou de ser vendido no Brasil. O modelo compacto era um dos veículos 4x4 mais acessíveis do mercado, mas sua produção foi encerrada após não atender às novas normas ambientais.
No segmento de sedãs, o Hyundai HB20S está entre os modelos que devem sair de linha.
A redução na procura por esse tipo de carro e o aumento da demanda por SUVs influenciaram a decisão.
Além disso, a montadora pretende ampliar a oferta de utilitários esportivos produzidos no Brasil, o que pode substituir modelos com menor volume de vendas.
A saída desses veículos faz parte de um processo de atualização do portfólio das fabricantes, que costumam substituir modelos antigos por versões mais recentes ou por novos segmentos.
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