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A Samsung já se prepara para lançar a linha Galaxy S26 no fim de fevereiro, e o Galaxy S26 Ultra surge como o maior desafio da marca em 2026: manter o preço da geração anterior mesmo com custos de produção mais altos.
De acordo com informações do mercado internacional, a fabricante trabalha para segurar o valor do modelo Ultra em US$ 1.299, repetindo o preço do S25 Ultra.
No entanto, para evitar prejuízos, a empresa deve abrir mão de alguns incentivos tradicionais.
O principal corte deve acontecer nos benefícios de pré-venda, especialmente na oferta de armazenamento em dobro, as informações são do Tudo Celular.
Nos últimos anos, essa promoção permitia ao consumidor comprar a versão básica e receber o modelo com mais memória sem custo adicional.
Para 2026, analistas indicam que a Samsung deve remover esse bônus. A medida seria necessária para evitar um aumento direto no preço, que poderia chegar a US$ 1.399 caso todos os custos fossem repassados ao consumidor.
O pano de fundo dessa decisão é o encarecimento global dos semicondutores, especialmente das memórias RAM.
No último ano, o preço desses componentes disparou após fabricantes como a SK Hynix priorizarem chips voltados para servidores e inteligência artificial.
Com a explosão da IA, empresas como OpenAI, Google e NVIDIA passaram a comprar grandes volumes de memórias de alto desempenho, reduzindo a oferta de componentes destinados a smartphones.
Na prática, o consumidor pode até pagar o mesmo valor pelo Galaxy S26 Ultra, mas receberá menos vantagens do que nas gerações anteriores.
O preço se mantém, mas o pacote entregue encolhe, um movimento cada vez mais comum no segmento premium.
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