Polícia

Caminhoneiro de 62 anos é morto a facadas após discussão na Marginal Pinheiros

Foto: Reprodução/TV Globo
Vítima foi atacada na Marginal Pinheiros, não resistiu aos ferimentos e morreu no local; ocorrência será investigada pelo DHPP de São Paulo  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/TV Globo
Marcela Guimarães

por Marcela Guimarães

Publicado em 25/06/2026, às 14h50



Um caminhoneiro de 62 anos foi morto a facadas na madrugada desta quinta-feira (25) após uma discussão na Marginal Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo.

O crime aconteceu no sentido Interlagos, nas proximidades do Jockey Club, e causou reflexos no trânsito pelo início da manhã.

Vítima morreu no local

A vítima foi identificada como Laércio da Silva, natural de Jataizinho, no Paraná. Segundo a Polícia Militar, equipes foram acionadas por volta das 5h45 para atender uma ocorrência na via.

As informações preliminares apontam que houve um acidente envolvendo o caminhão conduzido por Laércio e outro veículo ainda não identificado. Após a colisão, os motoristas teriam iniciado uma discussão.

Suspeito fugiu após o crime

Durante o desentendimento, o caminhoneiro foi atingido por uma facada na região do tórax. Equipes de resgate foram acionadas, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Segundo a TV Globo, o suspeito fugiu logo após o crime e ainda não foi localizado.

Polícia busca imagens de segurança

O caminhão dirigido por Laércio, registrado em Carapicuíba, na Grande São Paulo, estava sem carga no momento do crime.

Investigadores tentam obter imagens de câmeras de segurança de um posto de combustíveis próximo ao local para identificar o autor e esclarecer a dinâmica dos fatos.

Caso será investigado pelo DHPP

A ocorrência causou lentidão na Marginal Pinheiros durante o horário de pico da manhã, piorando o trânsito na região.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado no 89º Distrito Policial (Portal do Morumbi) e será encaminhado ao Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que ficará responsável pelas investigações.

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