Polícia

Motorista que caiu no Rio Tamanduateí estava bêbado, segundo o IML

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Após de ter negado o consumo de álcool e recusado o bafômetro, Pedro Henrique Correia Silva teve a embriaguez atestada por exames clínicos do IML  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/TV Globo
Amanda Ambrozio

por Amanda Ambrozio

Publicado em 27/05/2026, às 14h52



O laudo do Instituto Médico Legal (IML), divulgado nesta quarta-feira (27), confirmou que o motorista acusado de provocar o acidente que lançou um carro no Rio Tamanduateí estava sob efeito de álcool.

O caso, ocorrido na madrugada de segunda-feira (25) na Avenida do Estado, região central de São Paulo, resultou na morte de João Soares da Silva, de 59 anos.

A vítima, que retornava do trabalho no momento da colisão, não resistiu aos ferimentos e foi resgatada sem vida após o veículo ficar submerso no rio.

O automóvel precisou ser içado pelas equipes do Corpo de Bombeiros em uma operação complexa.

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Prisão em flagrante e sinais de embriaguez

O condutor responsável por colidir contra o carro de João, o esteticista Pedro Henrique Correia Silva, de 21 anos, foi preso em flagrante logo após a ocorrência.

Segundo relatos de policiais militares e testemunhas, o jovem apresentava sinais visíveis de intoxicação, como voz pastosa e dificuldade de locomoção.

Apesar das evidências relatadas no local, Pedro Henrique se recusou a realizar o teste do bafômetro e negou ter ingerido bebida alcoólica.

No entanto, o exame clínico realizado posteriormente pelo IML confirmou que ele estava embriagado durante a ocasião, fornecendo a prova técnica necessária para o inquérito policial.

Dinâmica do acidente

Segundo o G1, a colisão envolveu três veículos na Avenida do Estado. O impacto foi tão severo que o carro conduzido por João Soares foi arremessado para fora da via, caindo diretamente no leito do Rio Tamanduateí.

Até o fechamento da reportagem, a defesa do acusado não havia sido localizada para comentar o resultado do laudo ou a manutenção da prisão.

Com a confirmação oficial da embriaguez pelo IML, a investigação avança para a fase processual, onde o motorista deverá responder por homicídio culposo ou dolo eventual, dependendo da interpretação jurídica sobre o risco assumido ao dirigir embriagado.

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