Polícia

Quem é ‘Zóio’, apontado como líder dos ‘arrastadores’ no Aeroporto de Guarulhos

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Segundo a Polícia Civil, ‘Zóio’, líder do esquema criminoso, voltou a atuar no Aeroporto de Guarulhos mesmo após a primeira fase da Operação Rapere  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução
Marcela Guimarães

por Marcela Guimarães

Publicado em 26/06/2026, às 12h08



Após três suspeitos serem detidos, a investigação chegou ao homem apontado como líder do esquema. Conhecido como “Zóio”, ele foi preso nesta sexta-feira (26) no Aeroporto Internacional de Guarulhos durante a Operação Rapere 2.

A prisão marca a nova fase da investigação contra a quadrilha suspeita de extorquir passageiros com falsas corridas de aplicativo e táxi.

“Zóio”, líder de esquema criminoso no Aeroporto de Guarulhos
“Zóio”, líder de esquema criminoso no Aeroporto de Guarulhos (Foto: Reprodução)

Líder foi preso dentro do aeroporto

Segundo a Polícia Civil, o suspeito, de 40 anos, foi localizado no próprio terminal enquanto aguardava novas vítimas.

Além do mandado de prisão temporária, os policiais cumprem outros quatro mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao investigado e a outros integrantes do grupo.

De acordo com o delegado titular da Delegacia Seccional de Guarulhos, Luiz Romano, as investigações continuam para identificar outros envolvidos e esclarecer a participação da quadrilha em crimes de extorsão, estelionato e associação criminosa.

Investigação aponta continuidade dos crimes

As apurações indicam que, mesmo após a primeira fase da Operação Rapere, realizada na semana passada, o suspeito voltou a atuar no Aeroporto de Guarulhos, desrespeitando as medidas adotadas pelas autoridades.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que novas imagens e outros elementos reunidos durante as diligências embasaram o pedido de prisão temporária e de busca e apreensão, posteriormente autorizado pela Justiça.

Como agia a quadrilha

A Operação Rapere teve início após a análise de cerca de 30 boletins de ocorrência registrados por passageiros.

Segundo a Polícia Civil, os criminosos abordavam pessoas nas áreas de desembarque oferecendo falsas corridas de aplicativo ou táxi. Com tom de intimidação, cobravam valores entre quatro e dez vezes superiores aos praticados no mercado.

Segundo a CNN Brasil, imagens mostram um homem confrontando “Zóio” e afirmando que ele atuava como motorista clandestino, além de acusá-lo de cobrar preços abusivos das vítimas.

Na primeira fase da operação, a Polícia Civil identificou a associação criminosa e prendeu outros três suspeitos.

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