Política
por Marcela Guimarães
Publicado em 10/02/2026, às 13h10
Os metroviários de São Paulo estão em estado de greve desde o dia 4 de fevereiro (quarta-feira).
A decisão foi anunciada pelo sindicato da categoria e indica que os trabalhadores autorizaram a possibilidade de paralisação caso não haja avanço em negociações.
De acordo com o sindicato, a declaração do estado de greve tem como objetivo pressionar a direção do Metrô de São Paulo a abrir diálogo sobre pautas consideradas prioritárias pela categoria.
A entidade afirma que, até o momento, não houve nenhuma disposição para negociar.
Apesar do estado de greve, o funcionamento do metrô não foi interrompido.
Os trens seguem operando normalmente, sem paralisação das atividades, o que garante aos usuários a utilização do serviço sem impactos relevantes neste momento.
As demandas apresentadas pelos metroviários incluem a realização de contratações por meio de concurso público, a implementação de um plano de carreira estruturado e o pagamento dos chamados “steps”, mecanismo de reajuste salarial que envolve a progressão profissional.
Segundo o sindicato, o estado de greve foi aprovado após a recusa do Metrô de São Paulo em abrir negociações sobre essas pautas.
A categoria afirma que seguirá mobilizada enquanto não houver o devido avanço procurado.
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