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Publicado em 02/02/2026, às 15h40 Foto: Reprodução/Instagram Redação BNews São Paulo
Após muitos tratarem o caso polêmico como estratégia de marketing, Andressa Urach voltou a causar após publicar um novo conteúdo que, segundo ela, comprovaria o envolvimento sexual com o próprio filho, Arthur.
A criadora de conteúdo adulto já vinha sendo alvo de críticas desde a divulgação de um vídeo íntimo entre os dois, que acabou sendo barrado por plataformas do segmento. Agora, enfim, um novo registro justificou a controvérsia.
Em seu perfil oficial no X (antigo Twitter), Andressa divulgou uma imagem explícita com o filho mais velho, acompanhada da legenda: “Arthur não se cansa… e eu também não”. A publicação surpreendeu os usuários da rede social mais uma vez.
Nos comentários, internautas voltaram a questionar se o homem retratado na imagem seria, de fato, Arthur.
Foi apontado que a tatuagem na mão presente na foto coincide com a que o jovem exibe em outras fotos, comprovando a identificação.
Em entrevista ao podcast “Em Off”, a criadora de conteúdo adulto comentou sobre a repercussão do caso e rebateu a alegação de que teria cometido um crime.
Questionada sobre a existência de uma relação sexual entre mãe e filho, ela afirmou: “Existe um vídeo de conteúdo adulto e para assistir teria que acessar a plataforma [Privacy]”.
Em seguida, Andressa explicou que o material gravado no começo do ano deve ser visto como uma atuação profissional. “Eu sou atriz, o Arthur é um ator. Então, são duas pessoas fazendo um conteúdo adulto, como um filme na Netflix”, disse.
A modelo também falou sobre as especulações envolvendo uma suposta ilegalidade na gravação.
Segundo ela, “diante da lei do país, o incesto não é crime”. Ao mesmo tempo, a modelo destacou que condena qualquer forma de abuso e defendeu que situações sem consentimento devem, enfim, parar na Justiça.
“Agora quando é abuso, acredito que deveria existir até prisão perpétua. Se eu tivesse sido abusada pelos meus pais, eu seria a primeira a denunciar”, concluiu ela.
No Brasil, relações sexuais consanguíneas não são vistas como crime. A prática só passa a ser enquadrada se envolver menores de 14 anos, falta de consentimento, ameaça ou violência, situações que podem caracterizar estupro, estupro de vulnerável ou outros crimes previstos no Código Penal.
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