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Publicado em 10/09/2026, às 10h11 Foto: Reprodução / redes sociais Natane Ramos
Uma polêmica rondou as redes sociais nos últimos dias após um homem mascarado de 'Ghostface' praticar atos explícitos com visitantes da Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
O 'Ghostface' estava no stand da Editora Fruto Proibido, uma editora voltada à literatura dark romance, e tece interações explícitas com as leitoras, dando tapa no rosto, enforcando, beijando e tirando fotos que outros visitantes do evento avaliaram como impróprias.
Com a repercussão da polêmica, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo notificou a Editora Fruto Proibido, que declarou que "não contratou, convidou ou pediu a presença de homens mascarados no estande durante o evento".
A Bienal emitiu uma nota declarando que o episódio não fazia parte da programação do evento, proibindo a utilização de máscaras nos próximos anos. "A Bienal Internacional do Livro de São Paulo esclarece que o episódio ocorrido no interior do estande de um de seus expositores não integra a programação nem ação oficial, promovida ou autorizada pela organização do evento", reforçou.
Identificado como Yuri Gagarin, de 30 anos, o homem mascarado se manifestou nas redes sociais através de uma nota emitida pelos seus advogados, afirmando que "combinou com uma amiga próxima a gravação de um vídeo em que apareceria mascarado e seria beijado por ela". Ele reforçou que não tinha a intenção de causar polêmica com sua aparição, relatando que o momento era para ser de "diversão".
Os advogados de Yuri Gagarin afirmaram que os vídeos atingiram a imagem da família do cliente. O 'Ghostface' decidiu desativar as redes sociais para preservar "sua família e buscando retomar a normalidade de sua vida", após receber críticas de internautas.
GENTE QUE? pic.twitter.com/RfuOn4Qh7T
— ágatha 📖 (@agathalivross) September 7, 2026
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