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Eclipse solar anular de 2026: onde e quando o “anel de fogo” será visível?

Fenômeno raro, anel de fogo acontece em fevereiro de 2026, terá visibilidade limitada no Brasil e exige cuidados especiais para observação segura  |  Foto: Unsplash

Publicado em 16/01/2026, às 13h46   Foto: Unsplash   Nathalia Quiereguini

O calendário astronômico de 2026 reserva um evento raro e visualmente impressionante: o eclipse solar anular, conhecido como anel de fogo.

O fenômeno ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, mas está mais distante em sua órbita, impedindo que o disco solar seja totalmente encoberto.

Com isso, segundo o E.M Foco, forma-se um anel luminoso intenso ao redor da Lua, criando um espetáculo marcante no céu.

Em fevereiro, o eclipse solar anular, conhecido como anel de fogo, vai chamar a atenção de astrônomos e curiosos. No Brasil, a observação será parcial, mas ainda assim impressionante / Foto: Unsplash

Como o anel de fogo se forma

Diferente do eclipse solar total, o eclipse anular não provoca escuridão completa. A Lua por ser menor do que o Sol, deixa uma borda brilhante visível durante o alinhamento máximo.

A luminosidade do ambiente diminui de forma perceptível, mas o céu permanececlaro, lembrando um fim de tarde antecipado. Mesmo assim, o brilho do anel é intenso e exige cuidados durante a observação.

Quando o eclipse vai acontecer

O eclipse solar anular está previsto para terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, durante a fase de Lua nova. Os horários seguem o Tempo Universal Coordenado (UTC) e podem sofrer pequenos ajustes técnicos.

No Brasil, o fenômeno acontece em pleno Carnaval de 2026, o que favorece ações de divulgação científica, eventos públicos e observações organizadas por planetários e universidades.

Onde será possível observar o fenômeno

A faixa de anularidade será estreita e passará principalmente pela Antártida e pelo oceano Austral, únicos locais onde o anel de fogo poderá ser visto de forma completa.

Em outras regiões do planeta, como o extremo sul da América do Sul e partes da África, o eclipse será apenas parcial.

No Brasil, a visibilidade também será parcial. A Região Sul terá a melhorobservação, com uma “mordida” mais evidente no disco solar.

No Sudeste e Centro-Oeste, a cobertura será menor, enquanto grande parte do país não perceberá mudanças significativas no céu.

Por que o eclipse de 2026 é considerado extremo

Astrônomos classificam o evento como extremo devido à alta taxa de cobertura do Sol, próxima de 96%, e pela formação de um anel muito fino e brilhante.

A Lua estará próxima do apogeu, o ponto mais distante de sua órbita, o que garante o caráter anular e amplia o interesse científico do fenômeno.

Cuidados essenciais para observar com segurança

Mesmo não sendo total, o eclipse exige proteção adequada. Óculos solares certificados, filtros específicos e métodos indiretos são indispensáveis para evitar danos irreversíveis à visão e garantir uma observação segura.

Classificação Indicativa: Livre


TagsAstronomiaEclipse solarEclipseanel de fogoeclipse solar anular

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