Entretenimento
Publicado em 24/05/2026, às 15h41 Foto: Reprodução/Festival de Cannes Amanda Ambrozio
A 79ª edição do Festival de Cannes está chegando ao fim e confirmou as projeções feitas no anúncio de sua seleção: um evento tecnicamente sólido, mas marcado por uma falta evidente de fôlego criativo.
Com foco excessivo no cinema europeu e uma presença massiva de produções francesas, a edição de 2026 frustrou quem buscava a diversidade de gêneros vista em anos anteriores.
Segundo o Omelete, embora grandes obras tenham sido exibidas, a mostra sofreu com a ausência de variedade.
Diferente de edições passadas, que revelaram títulos disruptivos como "Anora" ou "A Substância", o festival deste ano pareceu estagnado em dramas de guerra e narrativas convencionais.
Na Croisette, a sensação é de que o mercado e os grandes estúdios de Hollywood já voltaram seus olhos para a 80ª edição, em 2027.
De acordo com o Omelete, um dos pontos mais criticados pelos especialistas foi a exclusão total de produções da América Latina e da África na mostra principal.
A insistência em selecionar dramas franceses repetitivos gerou debates sobre o conservadorismo da curadoria. Contudo, a mesmice permitiu que títulos diferenciados se destacassem com maior facilidade.
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