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Publicado em 25/02/2026, às 07h38 Foto: Reprodução Fernanda Montanha
O sétimo capítulo de Pânico chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (26), retomando elementos centrais que marcaram o início da saga. A produção integra uma das séries de terror mais rentáveis da história recente do cinema.
Desta vez, a direção fica a cargo de Kevin Williamson, roteirista responsável pelos primeiros filmes. A nova sequência aposta em resgatar a essência que consagrou a franquia nos anos 1990, período em que ajudou a renovar o interesse pelo gênero.
Outro destaque é o retorno de Neve Campbell ao papel de Sidney Prescott. A personagem, ausente no sexto longa, volta a ocupar posição central na narrativa.
Quando o primeiro Pânico estreou, em 1996, o terror vivia momento de retração nas salas de cinema. Produções como Halloween e Sexta-feira 13 já pertenciam a outra fase do gênero.
O roteiro nasceu inspirado em um caso real, o do assassino Danny Rolling, que matou cinco estudantes na Flórida. Posteriormente, o texto foi dirigido por Wes Craven, cineasta que comandou também três continuações antes de morrer, em 2015.
Após o quarto filme, lançado em 2011 e com desempenho comercial abaixo do esperado, Williamson se afastou da direção. Nos capítulos 5 e 6, lançados em 2022 e 2023, ele atuou apenas como produtor executivo.
Nos dois filmes anteriores, a trama apresentou novas protagonistas. Sam, interpretada por Melissa Barrera, e Tara, vivida por Jenna Ortega, assumiram o centro da história.
Em novembro de 2023, a produtora Spyglass desligou Barrera após declarações da atriz sobre Gaza nas redes sociais. Ortega optou por não retornar para o novo longa.
Com isso, o sétimo filme volta a concentrar a narrativa em Sidney Prescott. Agora mãe, a personagem se envolve em uma trama que aborda sua relação com a filha. A proposta é explorar o vínculo entre mãe e filha enquanto enfrentam novamente Ghostface, figura central da franquia.
Inserida no subgênero slasher, a série acompanha um assassino mascarado que elimina jovens de forma sucessiva. O diferencial está na combinação entre tensão e metalinguagem, com referências às próprias regras do terror, segundo o G1.
A sequência de abertura do primeiro filme, com Drew Barrymore, é frequentemente apontada como uma das mais marcantes do gênero. Ao longo de quase três décadas, a franquia acumulou cerca de 910 milhões de dólares em bilheteria mundial.
Esse resultado coloca a série entre as mais lucrativas do terror, ao lado de Invocação do Mal, Jogos Mortais e It, adaptação da obra de Stephen King.