Política

Anvisa proíbe creme Popozuda BumbumBrazil e determina recolhimento de todos os lotes

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Produto teve comercialização suspensa por falta de registro sanitário junto à agência reguladora  |   BNews SP - Divulgação Foto: Magnific/DC Studio
Andrezza Souza

por Andrezza Souza

Publicado em 28/05/2026, às 19h25



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (28) a proibição da venda, distribuição, divulgação e uso do creme redutor de medidas Popozuda BumbumBrazil, fabricado pela empresa JSA Indústria de Cosméticos Ltda.

Além da suspensão, a agência também determinou o recolhimento de todos os lotes do produto em circulação no mercado.

Segundo a Anvisa, o creme era comercializado e divulgado sem possuir registro sanitário obrigatório junto ao órgão regulador.

Produto não tinha autorização sanitária

De acordo com a medida publicada pela agência, a ausência de registro impede a comprovação de critérios relacionados à segurança, qualidade e regularidade do produto.

A Anvisa reforçou que cosméticos sujeitos à vigilância sanitária precisam seguir exigências específicas antes de serem liberados para comercialização no país.

A determinação vale para fabricantes, distribuidores, lojas físicas, plataformas digitais e demais canais de venda.

Agência também proibiu saneante irregular

Foto: Magnific/katemangostar
Foto: Magnific/katemangostar

Na mesma ação, a Anvisa também proibiu a comercialização do saneante AC2 Pro Dub Boyz, fabricado pela empresa Qualy Química Ltda.

O produto teve recolhimento determinado após fiscalização identificar ausência de registro sanitário e classificação considerada inadequada em relação ao potencial de risco à saúde.

Produtos saneantes são divididos em categorias conforme o nível de risco oferecido ao consumidor. Segundo a agência, irregularidades nesse enquadramento podem comprometer a segurança do uso.

Consumidores devem interromper utilização

A orientação da Anvisa é para que consumidores interrompam imediatamente o uso dos produtos atingidos pela medida.

Estabelecimentos comerciais e plataformas de venda também devem retirar os itens de circulação e interromper qualquer forma de divulgação.

Casos de efeitos adversos ou denúncias relacionadas aos produtos podem ser comunicados pelos canais oficiais da vigilância sanitária.

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