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Publicado em 02/01/2026, às 12h30 Foto: Freepik Érica Sena
A primeira lua cheia de 2026 acontece no dia 3 de janeiro e é conhecida popularmente como “Lua do Lobo”. O nome, que atravessou séculos, vem das tradições dos povos originários do Hemisfério Norte, especialmente da América do Norte, que usavam as fases da Lua para marcar o tempo e as estações do ano.
A denominação está associada ao comportamento dos lobos durante o inverno rigoroso no norte do continente, período em que os animais costumam uivar com mais frequência, seja por escassez de alimento ou para reforçar laços dentro da matilha.
A “Lua do Lobo” poderá ser vista ainda durante o pôr do sol, entre 17h30 e 18h, dependendo da região e das condições climáticas, como citado pelo O Globo.
Não é necessário nenhum equipamento especial: basta um local com boa visibilidade do horizonte e céu limpo. Em áreas urbanas, a observação também é possível, embora a poluição luminosa possa reduzir um pouco o impacto visual.
Além do nome mais conhecido, a Lua cheia de janeiro também recebe outras denominações em diferentes culturas, como Lua do Gelo, Lua Serena e Lua Central, reforçando o caráter simbólico e multicultural do fenômeno.
Em 2026, a “Lua do Lobo” terá um atrativo a mais: ela será também uma superlua. Isso acontece quando a Lua cheia coincide com o perigeu, ponto da órbita em que o satélite natural está mais próximo da Terra. Nessas condições, a Lua pode parecer até 14% maior e cerca de 30% mais brilhante do que uma lua cheia comum, embora a diferença nem sempre seja evidente a olho nu.
O calendário lunar de 2026 reserva outros momentos de destaque, como a Lua Azul, no fim de maio, acompanhada por uma microlua, além de superluas previstas para novembro e dezembro. Juntos, esses eventos transformam o ano em um prato cheio para observadores do céu e curiosos por fenômenos astronômicos.
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