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Publicado em 23/01/2026, às 14h23 Foto: Reprodução/Freepik Ana Caroline Alves
Um boato que ganhou força nas redes sociais afirma que a Terra poderia perder a gravidade em agosto de 2026, provocando caos global e até milhões de mortes. A informação, no entanto, é falsa.
Diante da repercussão, a Nasa precisou se manifestar publicamente para desmentir a teoria e explicar, com base nas leis da física, por que esse cenário é impossível.
Segundo a agência espacial norte-americana, a gravidade não é um fenômeno temporário nem algo que possa ser ativado ou desativado. Ela é consequência direta da massa do planeta e existe enquanto a Terra existir como corpo físico, as informações são do CPG.
Do ponto de vista científico, a gravidade surge da atração entre corpos com massa. No caso da Terra, é essa força que mantém pessoas, oceanos, construções e até a atmosfera presos à superfície.
Especialistas consultados pela Nasa explicam que, para a gravidade simplesmente desaparecer, o planeta teria que perder praticamente toda a sua massa de forma instantânea.
Isso significaria o colapso completo do núcleo, do manto, da crosta, dos oceanos e da atmosfera em questão de segundos. Em declaração a plataformas de checagem como o Snopes, porta-vozes da Nasa foram categóricos: não existe mecanismo natural ou artificial capaz de provocar a “desativação” da gravidade de um planeta inteiro.
O boato ganhou tração ao ser associado a um evento astronômico real: o eclipse solar total previsto para 12 de agosto de 2026. Nesse fenômeno, a Lua se alinha entre o Sol e a Terra, bloqueando a luz solar em regiões específicas do planeta por alguns minutos.
Apesar do alinhamento, a Nasa reforça que eclipses não causam qualquer alteração significativa na gravidade. As interações gravitacionais entre Sol, Lua e Terra ocorrem há bilhões de anos e são responsáveis por fenômenos conhecidos, como as marés, sem jamais terem provocado instabilidade gravitacional.
De acordo com a agência, conteúdos sensacionalistas misturaram conceitos reais da astronomia com interpretações erradas, criando uma narrativa de desespero e sem fundamento científico.
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