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Farinha Lima

Procura-se um serial killer

Em menos de um mês, cinco corpos foram encontrados dentro de sacos plásticos em diferentes pontos de São Paulo  |  Foto: Criada por IA

Publicado em 07/10/2026, às 07h00   Foto: Criada por IA   Farinha Lima

Em menos de um mês, cinco corpos foram encontrados dentro de sacos plásticos em diferentes pontos de São Paulo. A semelhança entre alguns casos levou internautas a levantar a hipótese de que os crimes estejam relacionados e até a falar em um possível serial killer. Perfis de crimes reais ajudaram a espalhar teorias e compilações nas redes sociais.

A polícia, porém, ainda não confirmou qualquer ligação entre os homicídios. O secretário de Segurança Pública, Delegado Nico Gonçalves, afirmou que é cedo para apontar as circunstâncias dos crimes ou falar em serial killer. Na internet, o caso já ganhou teoria, roteiro e até desfecho. Agora falta combinar com a investigação. 

Vinho azedo do PT

Um famoso empresário local comprou cinco garrafas de vinho francês para acompanhar o primeiro turno das eleições, mas durante a apuração, ao começar a abrir as garrafas, ele percebeu que o vinho estava azedo. O empresário é muito ligado a um famoso baiano que já teve seu nome envolvido na Lava Jato. Se o vinho francês não agradou, resta saber se o paladar político também anda meio amargo.

Cenário mudou

Foto: Criada por IA

O primeiro turno das eleições mostrou uma mudança no cenário político de São Paulo. No estado, Flávio Bolsonaro terminou à frente de Lula, enquanto Tarcísio de Freitas foi reeleito para o governo paulista. O resultado indica um ambiente eleitoral desfavorável ao PT no estado, que agora entra no segundo turno com o desafio de reorganizar sua estratégia.

A maior economia do país terá novamente peso relevante na disputa presidencial. A participação dos eleitores e a capacidade das campanhas de mobilizar seus eleitores serão fatores importantes até a votação. O cenário mudou. Agora, cada campanha terá de mostrar se consegue transformar o resultado do primeiro turno em força para o segundo. 

Tarcísio entra em campo por Flávio

Com a vitória no primeiro turno em São Paulo, Tarcísio de Freitas agora pode trocar temporariamente o palanque estadual pelo nacional. O governador deve dividir agenda com Flávio Bolsonaro em um giro pelo estado, numa tentativa de reforçar a força da direita e conquistar indecisos e eleitores que não compareceram às urnas. E, para completar o trio, Ricardo Nunes entra em campo. Se voto se conquista no gogó, o time já está escalado.

A urna esvaziou. Agora os dois querem encher

Foto: Criada por IA

O primeiro turno deixou mais de 33,4 milhões de eleitores fora das urnas, o equivalente a 21,08% do eleitorado. Foi a maior taxa de abstenção desde 1998. 

Agora, Lula e Flávio Bolsonaro voltam os olhos para quem preferiu ficar em casa. Lula já afirmou que pretende fazer um apelo para levar os ausentes às urnas no segundo turno. A campanha de Flávio também trabalha para mobilizar esse eleitorado e ampliar a participação em 25 de outubro. 

No primeiro turno, milhões deram um perdido na urna. Agora, os dois candidatos descobriram que até quem não votou virou voto disputado.

Time do feed

Foto: Criada por IA

Depois de terminar o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro, Lula decidiu reforçar a campanha nas redes sociais. A estratégia inclui uma força-tarefa digital com jovens eleitos e influenciadores de esquerda. Ana Elisa, Erika Hilton e Sâmia Bomfim devem se reunir com o presidente, enquanto Jones Manoel também foi chamado para discutir comunicação e produção de conteúdo.

Lula, porém, ainda parece mais confortável no modelo tradicional. Ele agradeceu a sugestão de fazer mais selfies, mas disse preferir comícios e entrevistas. Enquanto isso, aliados do Nordeste foram chamados para coordenar a campanha nos estados. A campanha entrou no modo força-tarefa: tem deputado, influencer, governador e até selfie no plano. Só falta combinar quem vai apertar o botão de publicar. 

Um caminhão de promessas

Foto: Criada por IA

No segundo turno da eleição presidencial, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) chegam à disputa com programas de governo recheados de propostas para economia, segurança, saúde, educação e trabalho. Os documentos oficiais estão disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O programa de Flávio prevê redução de impostos sobre consumo, mudanças nas regras fiscais, controle de gastos, digitalização de serviços públicos e medidas na área de segurança, como redução da maioridade penal e ampliação do sistema prisional. Já o plano de Lula inclui políticas sociais, valorização do salário mínimo, expansão do Bolsa Família, investimentos em saúde e educação e ações de combate ao crime organizado.

Promessas tem um monte. Agora tem que ver o que sai do papel. Porque PDF de plano de governo não falta. Papel para cumprir é que a eleição ainda vai cobrar.

A conta chegou

O PL saiu das urnas com a maior bancada do Congresso: 121 deputados e 28 senadores. O resultado muda o cenário para quem assumir o Planalto em 2027. Se Flávio Bolsonaro vencer, terá um Legislativo mais próximo de suas pautas. Se Lula vencer, precisará negociar com um Congresso mais distante de sua agenda.

Na Câmara, o PL poderá disputar espaços nas principais comissões. No Senado, a bancada também terá força nas negociações pela presidência da Casa e na definição da pauta. Mas maioria partidária não significa maioria automática: projetos e propostas que exigem quórum elevado ainda dependem de alianças. A eleição presidencial ainda não acabou, mas o Congresso já deixou um recado: quem sentar na cadeira de presidente vai precisar aprender a fazer conta. 

O mercado já escolheu sua aposta

Foto: Criada por IA

O primeiro pregão após o primeiro turno das eleições teve bolsa em alta, dólar em queda e juros futuros recuando. O Ibovespa disparou 7,7% e passou pela primeira vez dos 200 mil pontos.

Varejo, bancos, locadoras e construtoras ficaram entre os setores que mais avançaram. Justamente os segmentos mais sensíveis aos juros, ao crédito e às expectativas econômicas.

Os resultados das empresas, porém, não mudaram de uma hora para outra. O que mudou foram as expectativas sobre juros, cenário fiscal e ambiente econômico.

A eleição mal virou a página e o mercado já abriu outra planilha. 

O poder sumiu

Fernando Haddad amargou mais uma derrota nas eleições e agora deve ter chegado à conclusão que tem mais espaço no governo de São Paulo. O PT levou um tombo na eleição presidencial e está vendo a sua força ruir. É nobre ministro…. Se Lula não for reeleito o senhor vai ter que voltar para o seu posto na USP porque a política está fechando as portas. 

O PT e a antiga política

No discurso, otimismo. Nas urnas, nem tanto. Durante o balanço das eleições, o desânimo dos apoiadores do PT era visível, enquanto Lula tentava manter o semblante positivo.

Em São Paulo, a derrota de Haddad, Simone Tebet e Marina Silva acende um alerta. Talvez tenha chegado a hora de o PT deixar a velha política de lado e abrir espaço para novos nomes.

Porque, pelo recado das urnas, parece que o eleitor já está cansado de rever a mesma história. 

Tarcísio já tem a lista. Agora começa a cobrança

Reeleito para comandar São Paulo até 2030, Tarcísio de Freitas apresentou uma série de propostas para o segundo mandato. O plano inclui um novo centro para integrar dados das polícias, expansão da Muralha Paulista, combate financeiro ao crime organizado e medidas contra a violência às mulheres. Na saúde, estão previstos mais teleatendimentos, prontuário digital integrado e ações para reduzir filas.

Na educação, o plano estabelece a meta de 90% das crianças alfabetizadas até 2030 e prevê ensino de inteligência artificial, expansão do ensino integral e técnico. Também estão no pacote novas linhas de metrô, trens, VLTs e BRTs, além de projetos ambientais e continuidade das privatizações. A lista de promessas já está pronta. Agora começa a parte menos eleitoral e mais trabalhosa: transformar plano de governo em entrega. 

Novos rostos, velhas pautas

A renovação da política brasileira é uma demanda cada vez mais presente, mas a chegada de novos nomes não significa, necessariamente, novas ideias. A eleição expressiva de jovens como Lucas Pavanato e Eduarda Campopiano, ambos do PL, eleitos por São Paulo, mostra uma nova direita com discurso ultraconservador e forte atuação nas pautas de costumes. A política ganha rostos mais jovens, mas o roteiro, ao que parece, continua o mesmo: guerra cultural, oposição às cotas raciais e resistência às políticas voltadas à população trans. 

Fama tinha. Voto, nem tanto

Foto: Criada por IA

A eleição de 2026 mostrou que ser famoso ajuda a conseguir holofote, mas não necessariamente uma cadeira. Thiago Gagliasso, Thammy Miranda, Mario Frias, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, Danrlei e Bobô foram eleitos.

Já Tiririca, Datena, Silvia Abravanel, Rachel Sheherazade, Manoel Gomes, MC Gui, Netinho de Paula e Inês Brasil ficaram pelo caminho. A fama garantiu o convite para a festa. A urna, mais exigente, decidiu quem podia ficar.

Voto de Milhões

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A eleição de 2026 teve o Partido Liberal (PL) como destaque entre as maiores votações para a Câmara, com nomes como Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato alcançando marcas históricas. Mas a urna também trouxe outro recorde: 35 candidaturas LGBT+ foram eleitas, quase o dobro das 18 que haviam conquistado mandatos em 2022.

O número mostra que a próxima legislatura terá uma presença LGBT+ maior no Legislativo, com 13 deputados federais e uma senadora da comunidade no Congresso, segundo o levantamento do Instituto Plena Cidadania.

O PL contou os milhões. A comunidade LGBT+ contou os mandatos. E a urna entregou recorde dos dois lados. 

Passou do ponto

A deputada eleita com maior quantidade para a Alesp, Eduarda Campopiano, despontou no campo político, mas parece que quer transgredir as leis e resolveu atacar a deputada federal Erika Hilton quando fez uma publicação de cunho transfóbico. Vá devagar, menina! Está chegando agora e já quer sentar na janela? Se o MP oferecer a denúncia e a Justiça aceitar a senhora pode começar o mandato com uma dor de cabeça nada agradável. 

Acordo? Só impeachment

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O PL rejeitou a possibilidade de um acordo com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e já trabalha para levar pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes ao Senado em 2027. A legenda calcula ter 49 votos e busca mais cinco para alcançar o número necessário. Flávio Dino também entrou na mira e pode ser alvo de um pedido, dependendo de sua atuação após a eleição.

A movimentação ocorre em meio a sinais de diálogo entre aliados de Flávio Bolsonaro e integrantes do STF. Mas, dentro do PL, a ideia de conciliação não parece ter animado muito. Enquanto uns ensaiam uma conversa, o PL já chegou com a calculadora na mão e fazendo conta para o impeachment. 

A visita bateu à porta

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A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que Flávio Bolsonaro visite o pai. A Procuradoria-Geral da República (PGR) não se opôs ao pedido e afirmou que não há fatos novos que indiquem descumprimento das condições impostas. A decisão final ainda cabe a Moraes. A autorização para as visitas de Flávio havia sido suspensa por 90 dias depois que o senador foi acusado de descumprir uma determinação relacionada às redes sociais do pai.

O curioso é que a visita chega justamente depois do primeiro turno e às vésperas do fim do prazo da restrição. Depois de passar meses sem poder bater à porta do pai, Flávio agora só precisa esperar a autorização para descobrir se a porta abre. 

Corrida contra o tempo

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A PEC que prevê o fim da escala 6x1 começa a ser discutida no Senado nesta terça-feira (6), mas o governo corre para tentar aprovar o texto ainda em 2026. Pelo rito normal, são necessárias cinco sessões de discussão, enquanto a semana tem apenas três previstas. A oposição defende deixar a votação para 2027, quando uma nova composição do Congresso poderá tentar alterar a proposta.

A 6x1 chegou ao Senado. Agora, a disputa é contra o calendário. 

Nunes abriu a planilha de 2027

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A Prefeitura de São Paulo enviou à Câmara Municipal uma proposta de orçamento de R$ 146,52 bilhões para 2027, dos quais R$ 20,6 bilhões estão previstos para investimentos. A maior parte dos recursos deve ser direcionada a áreas como educação, saúde e mobilidade. O texto prevê R$ 33,53 bilhões para a educação e R$ 27,76 bilhões para a saúde, além de mais de R$ 8 bilhões em operações de crédito, incluindo R$ 2,7 bilhões para mobilidade urbana e R$ 2,5 bilhões para transporte público.

Agora, a proposta será analisada pelos vereadores antes da definição do orçamento que vai orientar os gastos da administração municipal no próximo ano. Em uma cidade do tamanho de São Paulo, com milhões de moradores e demandas espalhadas pelas diferentes regiões, o desafio será transformar os números previstos na peça orçamentária em ações concretas.

Nem a santa escapou da eleição

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A reta final da campanha teve boato sobre Nossa Senhora Aparecida, decisões judiciais e até religiosos entrando no debate. Circulou a informação falsa de que Flávio Bolsonaro pretendia retirar da santa o título de Padroeira do Brasil. A publicação usava como referência um projeto de 2007, sem relação com o candidato. O TSE determinou a remoção de conteúdos que fizessem essa associação.

Enquanto isso, bispos divulgaram mensagens sobre democracia e soberania, e a CNBB negou qualquer atuação político-partidária.

Aparecida, cidade do Santuário Nacional, foi às urnas e registrou 12.371 votos para Flávio e 6.815 para Lula. Teve boato, padre, Justiça Eleitoral e até santa no meio. No fim, quem deu a última palavra foi a urna. 

E só aumenta...

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São Paulo chegou a 41 casos de sarampo, sendo 38 na capital. Do total, 31 ocorreram em pessoas sem registro de vacinação ou com o esquema vacinal incompleto. Cerca de 61% dos casos envolvem crianças menores de 2 anos.

A Secretaria Estadual da Saúde reforçou a vacinação com a tríplice viral, disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos 645 municípios paulistas. O número sobe, e a vacina continua ali, esperando a vez de entrar em cena. 

O GPS entregou o endereço do covil

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O rastreamento dos celulares roubados acabou apontando para um dos principais pontos de receptação no centro de São Paulo. Na Rua Guaianases, o Gaeco identificou imóveis usados para concentrar aparelhos, desmontar peças e até invadir aplicativos bancários. Após a operação de 10 de setembro, os registros ligados à via caíram de 39 para 10 ocorrências em 25 dias.

O problema é que o crime não desapareceu. Segundo o MPSP, apenas mudou de endereço e se espalhou pela região. A polícia apertou o cerco, e os celulares, pelo visto, ganharam um novo roteiro de viagem.

Classificação Indicativa: Livre


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