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Adolescente morre um dia após alta de UPA em SP; entenda o caso

Adolescente de 15 anos voltou a passar mal horas após receber alta de UPA e morreu em casa; Polícia Civil apura o caso como morte suspeita  |  Foto: Reprodução

Publicado em 26/06/2026, às 14h38   Foto: Reprodução   Redação BNews São Paulo

A Polícia Civil investiga a morte de um adolescente de 15 anos ocorrida um dia após ele receber atendimento e ser liberado da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Prado, em São Carlos, no interior de São Paulo.

A família do jovem contesta a conduta médica e acusa os serviços de saúde de negligência.

Adolescente passou mal duas vezes

Caio Vinicius de Oliveira começou a passar mal na madrugada da última quarta-feira (24), com dores abdominais e episódios de vômito. Ele foi levado por familiares à UPA da Vila Prado, onde recebeu medicação intravenosa e permaneceu cerca de duas horas em observação antes de receber alta.

Na madrugada do dia seguinte, o adolescente voltou a apresentar sintomas, desta vez com tontura, dor no peito e dificuldade para respirar. Pouco tempo depois, ele perdeu a consciência dentro de casa.

Samu tentou reanimar a vítima

O Samu foi acionado e iniciou manobras de reanimação no local. Um médico da Unidade de Suporte Avançado também participou do atendimento, mas Caio não resistiu. A morte foi registrada inicialmente como natural.

Com isso, a família questiona essa conclusão e afirma que houve falhas tanto no atendimento prestado pela UPA quanto pela equipe do Samu.

Família denuncia negligência

Nas redes sociais, a irmã do adolescente, Caroliny Oliveira, afirmou que o irmão foi vítima de “negligência médica extrema”.

Segundo ela, Caio “estaria vivo” se tivesse recebido o atendimento adequado e a morte não pode ser tratada como natural.

Investigação e sindicância

O caso foi registrado pela Polícia Civil como morte suspeita. Os investigadores aguardam a conclusão dos laudos periciais para esclarecer a causa da morte e dar continuidade ao inquérito.

A Prefeitura de São Carlos informou que a Secretaria Municipal de Saúde abrirá uma sindicância para apurar o atendimento prestado ao adolescente na UPA e pelo Samu. Até o momento, nenhum profissional foi afastado das funções.

*Com informações do UOL

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