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Polícia

Corinthians recebe a PF no Parque São Jorge para verificar documentação de segurança

Agentes da Polícia Federal estiveram no Parque São Jorge nesta quinta-feira (24) para verificar documentos da empresa de segurança do Corinthians  |  Foto: Divulgação/Corinthians

Publicado em 24/09/2026, às 23h29   Foto: Divulgação/Corinthians   Marcela Guimarães

Agentes da Polícia Federal estiveram no Parque São Jorge, sede social do Corinthians, na Zona Leste de São Paulo, nesta quinta-feira (24).

A visita teve como objetivo verificar a situação da empresa responsável pela segurança do local.

Durante a ação, os policiais analisaram os documentos apresentados pela empresa para confirmar se a atividade estava devidamente regularizada junto à PF.

Corinthians diz que situação está regular

Procurado pelo Metrópoles, o Corinthians informou que a equipe da PF constatou que “estava tudo certo” com a empresa de segurança.

Segundo o clube, a fiscalização realizada no Parque São Jorge não possui relação direta com a denúncia apresentada recentemente pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP).

No documento, o órgão afirmou que o presidente do Corinthians, Osmar Stábile, estaria utilizando recursos do clube para custear um serviço de segurança particular.

A Polícia Federal também se manifestou sobre a presença dos agentes no estádio. Em nota encaminhada à imprensa, a corporação informou que “a delegacia que cuida de segurança privada realizou uma atividade de rotina” no Parque São Jorge.

A ação foi descrita pela PF como uma fiscalização relacionada às atribuições da delegacia responsável pelo acompanhamento de empresas que atuam no setor de segurança privada.

Osmar Stábile (Foto: Reprodução)
Parque São Jorge (Foto: Reprodução/X)
Foto: Divulgação/Corinthians

Caso envolvendo Osmar Stábile

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou o presidente do Corinthians, Osmar Stábile, por apropriação indébita no caso envolvendo a empresa Bear Security.

De acordo com a denúncia, obtida pelo Estadão, o dirigente teria usado dinheiro do clube para pagar uma empresa de segurança privada considerada irregular e que, segundo a investigação, atenderia exclusivamente a Stábile e seus familiares.

O MP estima que a contratação tenha causado um prejuízo de R$ 721.194,66 aos cofres do Corinthians. Entre julho de 2025 e agosto de 2026, Stábile teria autorizado 15 pagamentos à Bear Security, com valores que variaram de R$ 33 mil a R$ 65 mil.

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TagsSão PauloCorinthiansSegurançaPolícia FederalParque São Jorge

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