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Em carta aberta, família da jovem que morreu em salto de rope jump pede justiça

Em carta aberta, parentes falam sobre os sonhos da jovem e a importância de responsabilizar os envolvidos na sua morte trágica  |  Foto: Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 24/06/2026, às 10h39 - Atualizado às 11h31   Foto: Reprodução/Redes Sociais   Tatiana Ribeiro

Em carta aberta e sensível publicada nas redes sociais nesta terça-feira (23), a família de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, desabafou sobre a morte da jovem durante a prática de rope jump.

Os parentes falaram sobre a perda trágica, listaram os sonhos que ela tinha, agradeceram o carinho de todos e pediram por justiça. 

Um dos trechos diz que Maria Eduarda tinha planos de se casar em breve e construir sua própria família. Além disso, ela estava cursando faculdade de Educação Física e se formaria em 2027. “Todos esses projetos de vida foram ceifados”, acrescenta a publicação. 

Família acompanha investigações

A família ainda afirmou que está acompanhando de perto as investigações e que é de fundamental importância que todas as responsabilidades sejam apuradas com rigor e que todos os responsáveis sejam penalizados por suas ações e omissões.

“Contamos com a atuação da Polícia Civil e do sistema judiciário para que os fatos sejam plenamente esclarecidos e que a memória de nossa Duda seja honrada com a busca pela justiça”, segue a nota. 

O comunicado ainda agradece o carinho de todos e o trabalho da imprensa na elucidação do caso, e ainda pede privacidade à família nesse momento “de grande sofrimento”. 

Negligência grosseira

A Justiça de São Paulo classificou como “negligência grosseira” a conduta dos três funcionários da empresa Entre Cordas presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior paulista.

A expressão foi utilizada pelo juiz durante a audiência de custódia que converteu a prisão em flagrante dos suspeitos em prisão preventiva.

Segundo o magistrado, os funcionários assumiram o risco de provocar a morte da jovem ao permitirem a realização do salto sem confirmar se ela utilizava todos os equipamentos de segurança exigidos.

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