Polícia
Publicado em 25/06/2026, às 11h24 - Atualizado às 11h46 Foto: Divulgação Transunião Tatiana Ribeiro
A Prefeitura de São Paulo informou na manhã desta quinta-feira (25), que a circulação dos ônibus da Transuniãosegue funcionando, com a frota atendendo normalmente as linhas e sem prejuízo ao atendimento da população.
A empresa é alvo da Operação Última Parada, que mira um esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público. A ação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (25), pela Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
Em nota, a Administração Municipal declarou que aguarda a notificação oficial da decisão judicial para avaliar seus termos e definir as providências necessárias a partir de agora.
Segundo o prefeito Ricardo Nunes, a intenção é fazer a intervenção na Transunião. O gestor ponderou que precisa saber dos detalhes da decisão do juiz que ordenou a operação: "Quero fazer a intervenção, só preciso tomar conhecimento do despacho do juiz".
"Estamos acompanhando o desdobramento da operação ao mesmo tempo em que temos toda a atenção para que o serviço funcione plenamente, o que tem ocorrido normalmente desde as primeiras horas da manhã”, declarou.
A Operação Última Parada foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (25), pela Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
Os agentes cumprem cinco mandados de prisão temporária e 103 de busca e apreensão.
Até agora são três presos, entre eles, o vereador da capital Senival Moura, do PT, o presidente da Transunião Transportes S.A., Jair Ramos de Freitas ("Cachorrão"), diretor informal da empresa, e Devanil de Souza Nascimento ("Sapo"): motorista e homem de confiança do vereador.
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