Política
Publicado em 30/04/2026, às 07h43 Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Amanda Ambrozio
O Ministro das Cidades, Vladimir Lima, afirmou nesta quarta-feira (29) que a revitalização do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) levou o país ao menor índice de déficit habitacional de sua história.
Desde a retomada em 2023, foram contratadas 2,2 milhões de unidades e 1,4 milhão de chaves foram entregues, consolidando o avanço das políticas públicas de moradia.
O ministro celebrou os dados da Fundação João Pinheiro, que apontam uma queda no déficit para 7,4% em 2024. O índice é significativamente menor que os 10,2% registrados na criação do programa, em 2009.
Norte e Nordeste tiveram reduções expressivas, com o Nordeste igualando o Sudeste em 7,1%. O Sul mantém o menor índice nacional, com 6,4%, enquanto o Centro-Oeste registrou 8,7%.
No total, a redução do déficit habitacional retirou cerca de 441 mil famílias de situações de moradia inadequadas nos últimos dois anos, segundo dados oficiais da Agência Gov.
A melhora nacional foi impulsionada pela redução do gasto excessivo com aluguel, da coabitação e da habitação precária em diversas camadas sociais.
O custo do aluguel urbano para famílias de baixa renda segue como o maior desafio, mas apresenta queda consistente devido às novas ações governamentais.
O ministro destacou que o subsídio de entrada de até R$ 55 mil foi essencial para famílias de baixa renda trocarem o aluguel pela prestação própria.
Atualmente, metade das contratações beneficia a Faixa 1, voltada para rendas de até R$ 3.200, focando na parcela mais vulnerável da população brasileira.
Essa estratégia prioriza quem mais sofre com a falta de moradia, já que o déficit concentra-se majoritariamente entre quem recebe até dois salários mínimos.
Com aporte de R$ 20 bilhões, o orçamento para 2026 atingiu o recorde de R$ 200 bilhões, elevando a meta para 3 milhões de moradias. O governo também incluiu a classe média, atendendo rendas de até R$ 13 mil.
As mudanças garantem taxas de juros reduzidas e melhores condições. O objetivo é reduzir o déficit e estimular a economia por meio da construção civil e geração de empregos.
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