Política
Publicado em 09/06/2026, às 15h00 Divulgação/Alesp Tatiana Ribeiro
A Defensora Pública Luciana Jordão da Motta Armiliato de Carvalho foi reconduzida, nesta segunda-feira (8), ao cargo de Defensora Pública-Geral do Estado de São Paulo para o biênio 2026-2028. A cerimônia de posse aconteceu no Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
Na mesma solenidade, oito conselheiros eleitos para o Conselho Superior da Defensoria Pública, tomaram posse. Reconduzida ao cargo após liderar a lista tríplice para o biênio 2026-2028, Luciana Jordão seguirá no comando da maior defensoria pública do país. O evento contou com a presença dos representantes dos três poderes.
"Recebo essa recondução com profunda gratidão e senso de responsabilidade, com a exata dimensão do que ela representa. É uma enorme honra ser uma mulher e conduzir a maior Defensoria Pública do país em um momento tão importante para sua história", afirmou Luciana Jordão.
O presidente da Alesp, André do Prado, declarou que a recondução de Luciana pelo governador Tarcísio de Freitas simboliza o reconhecimento da liderança feminina e dos resultados alcançados na promoção da cidadania.
"A Defensoria Pública de São Paulo consolidou-se como referência na promoção dos direitos humanos, no acesso à Justiça e na defesa dos que mais precisam da proteção do Estado", destacou.
Em seu discurso de posse, Luciana Jordão ressaltou os avanços conquistados pela Defensoria Pública ao longo de duas décadas. Segundo ela, resultados de um esforço coletivo voltado devido ao aumento do acesso à Justiça e mais amparo população em situação de vulnerabilidade.
A defensora pública-geral apresentou cinco prioridades, para o novo biênio, para entre elas a ampliação da presença territorial da instituição, o fortalecimento da inclusão digital, a prevenção de conflitos por meio da mediação consensual e o aperfeiçoamento do planejamento institucional, com foco em inovação nas práticas sustentáveis.
De acordo com Luciana Jordão, as diretrizes preparam a instituição para enfrentar vulnerabilidades modernas e complexas: a exclusão digital, a crise climática e a situação de rua.
"Hoje a Defensoria é uma instituição indispensável para milhões de paulistas. Cada geração a recebe como herança e tenho o dever de entregá-la ainda mais forte para aqueles que virão depois", afirmou.
A solenidade contou com a presença do presidente da Alesp, deputado André do Prado, do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Francisco Eduardo Loureiro, do procurador-geral de Justiça do MPSP, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, do secretário estadual de Justiça e Cidadania, Arthur Lima representando o governador Tarcísio de Freitas, da presidente do Tribunal de Contas do Estado, Cristiana de Castro Moraes, e do presidente da OAB-SP, Leonardo Sica.
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