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1,2 milhão de pessoas: Ivete estreia no Carnaval de SP e atrai multidão histórica

Foto: Reprodução/Redes sociais/Van Campos/AgNews.
Estreante no Carnaval de rua paulistano, Ivete Sangalo reuniu cerca de 1,2 milhão de foliões no Ibirapuera, mas precisou desacelerar o trio por segurança  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/Redes sociais/Van Campos/AgNews.
Bianca Novais

por Bianca Novais

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Publicado em 07/02/2026, às 18h00



A estreia de Ivete Sangalo no Carnaval de rua de São Paulo entrou para a história logo nas primeiras horas da manhã deste sábado (7). Comandando um trio elétrico no circuito montado no Parque do Ibirapuera, na zona sul da capital, a cantora baiana atraiu um público estimado em 1,2 milhão de pessoas, segundo a Polícia Militar.

Imagens aéreas feitas por drones da corporação mostraram a extensão da aglomeração, que ocupou praticamente todo o trajeto do bloco.

As informações foram divulgadas pelo Metrópoles, que acompanhou a operação e os alertas feitos pelas autoridades antes e durante o evento.

Foto: Reprodução/Instagram @ivetesangalo.
Foto: Reprodução/Instagram @ivetesangalo.

O excesso de público impactou diretamente o andamento do bloco. Ao se aproximar da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Ivete interrompeu a apresentação e passou a conduzir o trio em ritmo bem mais lento, demonstrando preocupação com a segurança dos foliões.

Ao microfone, a cantora pediu para que as pessoas evitassem empurrões e orientou quem estava na parte frontal a seguir em direção ao Monumento às Bandeiras, área considerada mais ampla. Em um dos momentos de maior tensão, Ivete chegou a ameaçar encerrar o bloco antes do previsto, caso a situação não fosse controlada.

Bloco ficou parado por quase uma hora

A superlotação fez com que o trio elétrico permanecesse praticamente parado por cerca de 50 minutos. Apenas após sucessivos pedidos da artista e a atuação da organização do evento foi possível retomar o deslocamento, permitindo que o bloco seguisse até a reta final do percurso.

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Alertas ignorados e risco mapeado

Dias antes da apresentação, a Polícia Militar já havia se reunido com representantes da organização para discutir um plano de contenção diante da expectativa de um público gigantesco.

A corporação alertou que o trio não deveria parar em frente à Alesp, trecho considerado um “funil” com risco de rompimento de tapumes e linhas de segurança.

Também houve pedido por mais gradis para controlar a chegada dos foliões, mas a SPTuris informou que não conseguiria atender à demanda por limitações contratuais. A abertura do Parque do Ibirapuera chegou a ser considerada apenas como último recurso, diante de um cenário extremo de superlotação.

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