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O nome de Jeffrey Epstein voltou ao centro do noticiário após a divulgação de documentos sigilosos pelo Departamento de Justiça dos EUA. Os arquivos revelam conexões do financista com lideranças políticas e empresariais, como Donald Trump, Bill Clinton, Elon Musk e Bill Gates, além de menções que repercutiram no Brasil.
A liberação do material reacendeu debates sobre a extensão das relações mantidas por Epstein ao longo de décadas.
O caso segue gerando novos desdobramentos e impulsiona produções que buscam compreender como funcionava o esquema de abusos. Livros, reportagens investigativas e séries documentais tentam explicar como a estrutura se manteve ativa por tanto tempo, atravessando fronteiras e círculos de poder, segundo a CNN.
Uma das produções mais conhecidas é Jeffrey Epstein: Poder e Perversão, lançada em 2020 pela Netflix. Baseada em obra de James Patterson, a série aborda a trajetória do financista e reúne depoimentos de sobreviventes. A produção destaca o papel de cúmplices, incluindo Ghislaine Maxwell, na sustentação da rede de abusos.
Também na Netflix está Ghislaine Maxwell: Podre de Rica, de 2022, que analisa a atuação da socialite como peça central no esquema. O documentário a retrata como responsável pelo recrutamento de adolescentes sob falsas promessas.
Sobreviver a Jeffrey Epstein, exibida em 2020 pelo canal Lifetime, amplia o foco nas vítimas. A série reúne relatos de mulheres como Virginia Giuffre, Courtney Wild e Jenna Lisa Jones. Os episódios detalham as estratégias de manipulação e o impacto duradouro dos abusos na vida das sobreviventes.
Outra produção é Príncipe Andrew, Maxwell e Epstein: O Escândalo Sexual, lançada em 2025 e disponível no Prime Video e na HBO Max. O documentário examina a entrevista concedida pelo príncipe Andrew ao programa Panorama, da BBC, na qual ele comenta acusações feitas por Virginia Giuffre.
Crimes Misteriosos: Quem matou Jeffrey Epstein?, também de 2020, revisita as circunstâncias da morte do financista em 2019. O filme analisa falhas no sistema prisional e questionamentos sobre a versão oficial.
Sem apresentar conclusões definitivas, a obra discute inconsistências nos protocolos de vigilância e teorias que surgiram após o episódio. O documentário dialoga com questionamentos levantados por veículos como a BBC e o The New York Times sobre transparência nas investigações.
As produções refletem o interesse contínuo no caso e evidenciam a complexidade de um escândalo que ainda provoca repercussões internacionais.
Classificação Indicativa: Livre