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Por décadas, o Chester ocupou um lugar curioso no imaginário popular brasileiro. Presença quase obrigatória na ceia de Natal, a ave ganhou fama não só pelo sabor e tamanho avantajado, mas também pelo mistério em torno de sua origem.
Afinal, como é um Chester vivo? A resposta veio quando a BRF, dona da marca Perdigão, divulgou imagens oficiais do animal ainda nas granjas, encerrando de vez as teorias mais extravagantes, as informações são da CNN Brasil.
Durante muitos anos, a falta de informações claras alimentou boatos e histórias inusitadas. Havia quem acreditasse que o Chester não tinha cabeça, quem dissesse que era um animal criado apenas em laboratório ou até que crescia tanto a ponto de não conseguir se locomover.
Com o passar do tempo, porém, a empresa decidiu adotar uma postura mais transparente. Segundo a BRF, o Chester é um animal saudável, criado com acompanhamento técnico rigoroso, bem-estar animal e alimentação controlada. A genética diferenciada, aliada ao manejo específico nas granjas, é o que garante as características que tornaram a ave tão popular nas festas de fim de ano.
Apesar do nome próprio, o Chester não é uma espécie diferente de ave. Trata-se de uma marca registrada, desenvolvida a partir de uma linhagem especial de frangos trazida da Escócia para o Brasil em 1980.
Poucos anos depois, o produto passou a ser comercializado como uma alternativa ao tradicional peru de Natal, concorrendo diretamente com marcas como a Sadia, que hoje também faz parte da BRF.
A criação do Chester se concentra principalmente em Mineiros, no interior de Goiás. Diferente do frango convencional, que costuma ser abatido com cerca de 30 dias, o Chester permanece mais tempo nas granjas: aproximadamente 50 dias.
Esse período maior de crescimento, somado a uma dieta balanceada rica em vitaminas e minerais, resulta em uma ave maior, com mais carne no peito e nas coxas.
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