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Fim do mistério: afinal, como é um Chester vivo? Veja a imagem da ave de Natal

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Marca famosa nas ceias brasileiras, o Chester não é uma espécie e tem origem em uma linhagem de frangos trazida da Escócia nos anos 1980  |   BNews SP - Divulgação Foto: Freepik
Ana Caroline Alves

por Ana Caroline Alves

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Publicado em 23/12/2025, às 13h57



Por décadas, o Chester ocupou um lugar curioso no imaginário popular brasileiro. Presença quase obrigatória na ceia de Natal, a ave ganhou fama não só pelo sabor e tamanho avantajado, mas também pelo mistério em torno de sua origem.

Afinal, como é um Chester vivo? A resposta veio quando a BRF, dona da marca Perdigão, divulgou imagens oficiais do animal ainda nas granjas, encerrando de vez as teorias mais extravagantes, as informações são da CNN Brasil.

As lendas em torno do Chester

Durante muitos anos, a falta de informações claras alimentou boatos e histórias inusitadas. Havia quem acreditasse que o Chester não tinha cabeça, quem dissesse que era um animal criado apenas em laboratório ou até que crescia tanto a ponto de não conseguir se locomover. 

Com o passar do tempo, porém, a empresa decidiu adotar uma postura mais transparente. Segundo a BRF, o Chester é um animal saudável, criado com acompanhamento técnico rigoroso, bem-estar animal e alimentação controlada. A genética diferenciada, aliada ao manejo específico nas granjas, é o que garante as características que tornaram a ave tão popular nas festas de fim de ano.

Chester
Divulgação/BRF

O que é o Chester de verdade?

Apesar do nome próprio, o Chester não é uma espécie diferente de ave. Trata-se de uma marca registrada, desenvolvida a partir de uma linhagem especial de frangos trazida da Escócia para o Brasil em 1980.

Poucos anos depois, o produto passou a ser comercializado como uma alternativa ao tradicional peru de Natal, concorrendo diretamente com marcas como a Sadia, que hoje também faz parte da BRF.

A criação do Chester se concentra principalmente em Mineiros, no interior de Goiás. Diferente do frango convencional, que costuma ser abatido com cerca de 30 dias, o Chester permanece mais tempo nas granjas: aproximadamente 50 dias.

Esse período maior de crescimento, somado a uma dieta balanceada rica em vitaminas e minerais, resulta em uma ave maior, com mais carne no peito e nas coxas.

Classificação Indicativa: Livre

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