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A recente confirmação da existência de um passaporte de Eliza Samudio em Portugal voltou a provocar debates e especulações nas redes sociais.
O documento, considerado perdido por anos, reacendeu a curiosidade do público sobre momentos pouco conhecidos da trajetória da modelo antes de seu desaparecimento, incluindo episódios de sua vida pessoal fora do Brasil.
Eliza Samudio esteve em território português pela primeira vez em maio de 2007. Registros oficiais indicam que a entrada ocorreu por Lisboa no dia 1º daquele mês.
À época, a própria modelo declarou à imprensa que a viagem tinha um objetivo específico, conhecer o atacante Cristiano Ronaldo, que vivia um período de grande destaque no futebol europeu.
A suposta aproximação entre Eliza e Cristiano Ronaldo ganhou repercussão após entrevistas concedidas por ela, nas quais confirmou que os dois teriam vivido um breve envolvimento.
Segundo seu relato, houve troca de mensagens e encontros pontuais, além de demonstrações de carinho. O jogador português, por outro lado, jamais comentou publicamente o assunto, mantendo silêncio desde então.
Entre o fim de 2008 e o início de 2009, Eliza voltou a circular pela Europa em outras ocasiões. Durante esse período, ela foi vista em partidas disputadas por Cristiano Ronaldo, o que reforçou especulações sobre a proximidade entre ambos.
Essas aparições públicas alimentaram rumores que já circulavam nos bastidores da mídia, embora nunca tenham sido oficialmente confirmados por todas as partes envolvidas.
Com o passar do tempo, o nome de Eliza Samudio deixou de ser associado apenas ao meio artístico e passou a ganhar notoriedade nacional por um motivo trágico. Em 2010, investigações apontaram que a modelo foi assassinada, em um crime que chocou o país.
O ex goleiro Bruno Fernandes, então jogador do Flamengo, foi condenado como mandante do homicídio, em meio a uma disputa judicial envolvendo o reconhecimento de paternidade do filho de Eliza, segundo o Metrópoles.
A confirmação recente do consulado brasileiro em Portugal de que o passaporte encontrado no país pertence a Eliza e foi oficialmente dado como perdido trouxe novos questionamentos.
O documento apresenta apenas o registro de entrada, sem informações sobre saída, o que levantou teorias nas redes sociais. Apesar da repercussão, autoridades reforçam que não existe qualquer indício de que Eliza esteja viva ou residindo fora do Brasil.
Familiares e pessoas próximas também reagiram às especulações, classificando algumas hipóteses como infundadas. Para os investigadores, o surgimento do passaporte não altera as conclusões do caso já encerrado pela Justiça.
Ainda assim, o episódio mostra como fragmentos do passado continuam despertando interesse e emoção, mantendo viva a memória de uma história marcada por polêmicas, tragédia e comoção nacional.
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