Entretenimento
por Marcela Guimarães
Publicado em 06/02/2026, às 16h35
Kelly Mason participou da 7ª temporada de “Quilos Mortais”, da TLC, e conquistou o carinho do público por sua força e disciplina.
A participante procurou o cirurgião Dr. Now para mudar de vida. Consciente de que não conseguiria sozinha, Kelly foi morar em Houston, nos EUA, em busca de ajuda médica.
Kelly, moradora de Greensboro, tinha 41 anos e pesava mais de 318 kg. Quase sem mobilidade, ela reconhecia que precisava de ajuda urgente para lidar com a compulsão alimentar.
Segundo ela, sempre que a vida parecia sair do controle, a alimentação se tornava um refúgio, o que piorava sua condição.
Antes mesmo de entrar no programa, Kelly já havia sido internada por falta de ar e insuficiência cardíaca congestiva, sinais claros de que sua saúde estava comprometida.
Conhecido por não suavizar diagnósticos, Dr. Now foi direto ao alertar que, sem mudanças, Kelly poderia não sobreviver.
Ainda assim, ela se destacou como uma das pacientes mais esforçadas do reality. Mesmo em seu peso máximo, de 329 kg, Kelly não estava totalmente imobilizada, algo raro em casos tão extremos.
De acordo com o site Distractify, Kelly foi internada no programa, seguiu rigorosamente todas as orientações e conseguiu perder cerca de 100 kg por conta própria. O desempenho garantiu sua aprovação para a cirurgia bariátrica.
Depois do procedimento, Kelly eliminou mais 45 kg. A perda de peso foi uma grande conquista e mostrava seu comprometimento com o tratamento.
Apesar de todo o esforço, Kelly faleceu enquanto a temporada ainda estava sendo exibida.
Ela convivia com diversos problemas de saúde, como diabetes tipo 2, hipertensão, artrite, distúrbios na tireoide, coágulo na perna, embolia pulmonar e doenças cardíacas.
Kelly morreu enquanto dormia, poucos dias antes de completar 42 anos, em fevereiro de 2019. A causa foi uma parada cardíaca.
Dr. Now lamentou profundamente a perda e destacou que a morte não foi consequência de recaídas alimentares, mas sim dos danos acumulados que a obesidade extrema causou ao coração ao longo dos anos.
Classificação Indicativa: Livre