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Uma das mentes mais brilhantes da ciência moderna, Stephen Hawking deixou uma reflexão sobre o futuro da humanidade.
Em palestras e entrevistas realizadas nos últimos anos de sua vida, o astrofísico projetou um cenário extremo para o planeta Terra caso a civilização mantenha o atual ritmo de crescimento populacional, consumo de energia e degradação ambiental.
Segundo Hawking, se nada mudar, a vida como conhecemos pode se tornar inviável por volta do ano 2600, quando o planeta enfrentaria condições físicas insustentáveis para a existência humana, as informações são do O Globo.
Durante uma conferência internacional transmitida a partir do Reino Unido, no fórum tecnológico promovido pela Tencent WE Summit, Hawking explicou que o aumento contínuo da população mundial levaria a um consumo energético tão elevado que a Terra passaria a emitir calor em níveis extremos.
Em sua projeção, o planeta estaria tão densamente povoado que as pessoas ficariam “ombro a ombro”, enquanto o uso excessivo de eletricidade faria a superfície terrestre literalmente “brilhar em vermelho”.
Diante desse cenário, Hawking defendia que a única chance real de sobrevivência da espécie humana seria se tornar multiplanetária. Inspirado em narrativas como Star Trek, ele acreditava que a exploração espacial deveria ser prioridade absoluta.
O físico apoiava o projeto Breakthrough Starshot, que propõe o envio de nanonaves impulsionadas por luz até Alfa Centauri, o sistema estelar mais próximo da Terra. A missão poderia, em teoria, alcançar outro sistema solar em cerca de 20 anos.
Para Hawking, investir na exploração do cosmos não era ficção científica, mas uma necessidade urgente.
Sem mudanças profundas no modelo de desenvolvimento atual, ele acreditava que a extinção da humanidade deixaria de ser uma possibilidade distante para se tornar apenas uma questão de tempo.
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