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A influenciadora Andressa Urach falou publicamente nesta quarta-feira, 25, depois da ampla repercussão envolvendo o anúncio de um vídeo adulto gravado ao lado do filho, que é maior de idade. A divulgação do conteúdo gerou críticas intensas e debate nas redes sociais.
Em declaração publicada em seus perfis, ela afirmou que passou a adotar postura mais firme diante das manifestações. Segundo Urach, os ataques deixaram de ser direcionados apenas a ela e passaram a atingir diretamente o filho, o que motivou a adoção de medidas legais.
A influenciadora declarou que sempre tolerou críticas pessoais, mas considera que houve extrapolação de limites. Ela informou que já foram encaminhadas mais de 20 notificações extrajudiciais. Também foram protocoladas queixas crime contra responsáveis por conteúdos considerados ofensivos ou inverídicos, conforme relatado por ela.
Ainda de acordo com a influenciadora, parte dos autores das publicações já foi identificada. Ela destacou que registros digitais podem ser utilizados como prova e que endereços de IP são rastreáveis. Afirmou também que novas providências serão adotadas conforme a análise jurídica avance.
Em entrevista ao portal ND Mais, o advogado Rodolfo Warmeling, de Blumenau, responsável pela defesa de Urach e do filho, explicou como a equipe está conduzindo o caso. Ele afirmou que a estratégia envolve seleção criteriosa das situações que serão levadas ao Judiciário.
Segundo o defensor, o grande volume de manifestações após a repercussão nacional exigiu organização interna. A equipe jurídica decidiu priorizar conteúdos considerados mais graves, avaliando possíveis enquadramentos legais antes de cada medida.
Warmeling acrescentou que novas ações poderão ser adotadas caso surjam outros materiais relacionados ao episódio. Ele declarou que vídeos recentes tentando repercutir o caso já foram identificados. O acompanhamento, segundo ele, é contínuo.
A controvérsia teve início após o próprio anúncio da gravação feito pela influenciadora em suas redes sociais. A divulgação provocou reações diversas, incluindo críticas severas, debates sobre limites legais e alegações de disseminação de informações falsas, conforme sustenta a defesa.
Os advogados avaliam que determinadas publicações podem configurar crimes contra a honra. Há possibilidade de pedidos de indenização por danos morais dependendo da análise de cada caso, segundo a equipe jurídica.
O andamento das investigações e eventuais ações judiciais ainda não tem prazo definido. A defesa informou que continuará monitorando novas manifestações públicas relacionadas ao episódio para decidir sobre medidas adicionais.
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