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Apps que gastam bateria do celular mesmo fechados: veja os principais vilões

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Atividade em segundo plano, GPS e excesso de notificações fazem alguns aplicativos consumirem energia o tempo todo  |   BNews SP - Divulgação Reprodução/ Freepik
Ana Caroline Alves

por Ana Caroline Alves

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Publicado em 11/02/2026, às 17h01



Mesmo com a tela apagada ou o celular guardado no bolso, alguns aplicativos continuam funcionando silenciosamente em segundo plano, e isso ajuda a explicar por que a bateria acaba mais rápido do que o esperado.

O consumo excessivo não está apenas ligado ao tempo de uso, mas à forma como determinados apps utilizam recursos como localização, rede móvel, Wi-Fi, sincronização automática e notificações constantes.

Redes sociais, serviços de mapas, aplicativos de transporte, streaming e compras online estão entre os maiores responsáveis por esse gasto invisível, as informações são do Techtudo.

Por que alguns apps consomem bateria em segundo plano?

Fechar um aplicativo não significa, necessariamente, que ele deixou de operar. Muitos softwares permanecem ativos para atualizar informações, manter conexões com servidores ou garantir resposta imediata quando o usuário volta a utilizá-los.

Um dos principais fatores é a atividade em segundo plano, usada para atualizar feeds, baixar conteúdos, sincronizar dados e manter serviços funcionando. Outro ponto crítico é o uso contínuo do GPS. Aplicativos com permissão de localização ativa o tempo todo podem acessar a posição do usuário diversas vezes ao dia, o que exige alto consumo de energia.

As notificações também impactam a autonomia da bateria. Cada alerta recebido faz o sistema sair do modo de economia de energia, ativar processos internos e, muitas vezes, acender a tela. Quando isso ocorre com frequência, o gasto se torna significativo.

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Foto: freepik

Os apps que mais drenam bateria do celular

Entre os aplicativos que mais consomem energia estão Instagram, Facebook e TikTok, que combinam vídeos, atualizações constantes e sincronização contínua. Serviços como Google Maps, Uber e 99 também aparecem no topo da lista por utilizarem o GPS de forma recorrente, mesmo fora da navegação ativa.

Aplicativos considerados “leves”, como WhatsApp e Gmail, também contribuem para o gasto elevado por manterem sincronização constante, backups automáticos e notificações em tempo real. Já plataformas de streaming como YouTube e Spotify exigem alto processamento, uso de rede e armazenamento de cache.

Por fim, apps de compras e delivery, como iFood, Amazon, Shopee e AliExpress, abusam de alertas promocionais e atualizações frequentes, mantendo o sistema em atividade constante.

Classificação Indicativa: Livre

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