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Chilli Beans anuncia novo CEO em meio à dívida milionária e possível pedido de recuperação judicial

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Novo CEO já foi apresentado para algumas pessoas e deve ser apresentado oficialmente nesta segunda-feira  |   BNews SP - Divulgação Divulgação
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 31/08/2026, às 16h27 - Atualizado às 16h28



A empresa varejista do ramo de óculos Chilli Bens, que possui lojas em todo Brasil, vai anunciar nesta segunda-feira (31) um novo CEO identificado como André Dela Togna. O anúncio acontece em meio à crise financeira enfrentada pela companhia.

Dela Togna será apresetnado aos funcionários da companhia em uma reunião online, marcada para às 17 horas. Ele chega com uma nova equipe nas áreas jurídica e de reestruturação de empresas. As informações são do portal NeoFeed

Ainda segundo o NeoFeed, há uma possibilidade de que a empresa protocole um pedido de recuperação judicial por conta de uma dívida na casa dos R$ 600 milhões. 

Ainda de acordo com o NeoFeed, André Dela já atuou em empresas em processo de recuperação, por isso vai assumir a cadeira de coCEO de varejista de óculos e acessórios para cuidar do financeiro e da reestruturação.

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Chilli Beans responde ao BNews São Paulo

Procurada pelo BNews São Paulo, a Chilli Beans afirmou que não há discussão sobre um eventual processo de recuperação judicial.

Segundo a empresa, estão em andamento negociações com bancos credores para alongar os prazos de pagamento e reduzir juros.

A companhia informou ainda que André Dela Togna assumirá, em 1º de outubro, o cargo de vice-presidente, com a função de apoiar operacionalmente o CEO, Caito Maia, que pretende ampliar a atuação junto a clientes e franqueados.

A Chilli Beans também destacou que registrou resultados recordes no último Dia dos Pais e projeta crescimento de 10% em 2026. A empresa prepara lançamentos em homenagem a artistas, além de parcerias com marcas de moda e iniciativas voltadas ao mercado regional.

A empresa não nega a existência de dívidas. O posicionamento enviado ao BNews São Paulo trata da negociação com os bancos e nega, especificamente, a discussão sobre um eventual pedido de recuperação judicial.

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