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Meta testa cobranças por recursos extras no Whatsapp e Instagram; entenda

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Empresa mantém uso gratuito dos aplicativos, mas estuda assinaturas para liberar funções avançadas, maior controle e ferramentas de inteligência artificia  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/Pixabay
Ana Caroline Alves

por Ana Caroline Alves

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Publicado em 30/01/2026, às 15h15



Durante anos, o modelo da Meta foi claro: WhatsApp, Instagram e Facebook gratuitos em troca de dados, atenção e anúncios. Esse cenário, porém, começa a dar sinais de mudança.

A empresa de Mark Zuckerberg confirmou que está testando planos de assinatura nos seus principais aplicativos, abrindo espaço para cobranças por recursos adicionais, sem acabar com a gratuidade das funções básicas.

Segundo informações divulgadas pelo portal TechCrunch, a Meta pretende implementar os testes de forma gradual, com pacotes específicos para cada plataforma.

A proposta é que quem quiser apenas conversar, postar fotos ou navegar no feed continuará usando os apps sem pagar. Já usuários que buscam mais controle, produtividade ou recursos baseados em IA poderão optar por planos pagos, as informações são do Seu Dinheiro.

O que muda no WhatsApp, Instagram e Facebook

A Meta reforça que ninguém será obrigado a assinar um plano para continuar usando os aplicativos. A ideia é criar uma camada “premium”, mantendo a base gratuita responsável pelo alcance global das plataformas.

Embora a empresa ainda não tenha divulgado oficialmente a lista completa de funcionalidades, testes internos e versões experimentais indicam o caminho.

No Instagram, por exemplo, estariam em avaliação recursos como listas avançadas de público, identificação de seguidores que não retribuem o follow e até a visualização de Stories sem notificar o autor.

No WhatsApp, o foco deve ser organização e automação. Ferramentas para gerenciar conversas, usar respostas inteligentes, integrar inteligência artificial e facilitar o dia a dia de pequenos negócios aparecem entre as apostas mais fortes.

Já no Facebook, os recursos pagos tendem a girar em torno de produtividade, gestão de conteúdo e uso de soluções inteligentes para usuários mais ativos.

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Inteligência artificial no centro da estratégia

A cobrança por assinaturas está ligada ao investimento pesado da Meta em inteligência artificial. A empresa planeja integrar agentes inteligentes aos aplicativos e oferecer parte dessas soluções como recursos pagos.

Com concorrentes como X, Telegram e LinkedIn já explorando assinaturas, a Meta entra em uma tendência do mercado: manter o essencial grátis, mas cobrar por conveniência, personalização e inteligência.

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