Entretenimento
Os comportamentos de Tia Milena no BBB 26 passaram a ser alvo de debate dentro da casa e nas redes sociais após a recreadora reagir com irritação ao ser desclassificada da Prova do Líder.
A atitude, que incluiu arremessar um capacete longe, motivou comentários de colegas de confinamento que tentaram interpretar suas reações como sinais de possíveis transtornos.
Durante uma conversa monitorada pela líder Maxiane, brothers mencionaram características como “rigidez cognitiva”, desconforto com toque e comportamentos compulsivos. As falas rapidamente ultrapassaram os limites do jogo e alimentaram especulações externas sobre um suposto diagnóstico de autismo.
Diante da repercussão, a equipe de Milena publicou um comunicado nas redes sociais, na madrugada desta sexta-feira (30), esclarecendo a situação. Segundo a nota, divulgada pelo perfil oficial da participante e repercutida pelo Metrópoles, não existe qualquer diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) relacionado à sister.
O texto reforça que não haveria problema algum em confirmar um diagnóstico, caso ele existisse, já que as vivências de pessoas autistas merecem respeito. No entanto, o time foi enfático ao negar a informação e alertar para os riscos de rotulações feitas sem base profissional.
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A equipe também contextualizou os comportamentos de Milena, lembrando que ela está submetida a um confinamento intenso, sob pressão emocional constante e em convivência forçada com pessoas diferentes. Segundo o comunicado, diagnósticos sérios só podem ser feitos por equipes multiprofissionais especializadas, em condições adequadas e seguras.
O texto destaca ainda que traços de personalidade ou reações pontuais não podem ser automaticamente associados a transtornos, especialmente em um ambiente extremo como o reality show.
Além de negar o diagnóstico, o comunicado fez um repúdio direto a comentários considerados psicofóbicos. A equipe lamentou o uso do autismo como tentativa de desqualificar a participante e ressaltou que o TEA não define limites, mas singularidades.
Na mensagem final, o time de Milena reforçou que pessoas autistas não precisam se encaixar em moldes, mas sim ter acesso, respeito e escuta. O texto termina com um alerta direto: psicofobia é crime.
Classificação Indicativa: Livre