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Câmeras do Muralha Paulista serão instaladas em parques de SP; entenda

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O projeto-piloto começa no parque Bruno Covas, na Zona Sul da capital paulista, e deve ser estendido gradativamente para outras áreas de preservação  |   BNews SP - Divulgação Foto: Divulgação/Governo de SP
Amanda Ambrozio

por Amanda Ambrozio

Publicado em 11/06/2026, às 14h08



Os parques estaduais urbanos administrados pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) passarão a integrar o Programa Muralha Paulista.

Segundo a Agência SP, a iniciativa do Governo de São Paulo busca fortalecer a segurança pública por meio da integração de sistemas de monitoramento e do uso de tecnologias inteligentes.

O anúncio aconteceu na última quarta-feira (10) no Parque Ecológico do Tietê, na Zona Leste da capital.

O Parque Bruno Covas será o primeiro a fazer parte do programa. O local receberá 22 câmeras inteligentes em 19 pontos estratégicos.

A previsão é que a implantação seja concluída em até 60 dias após a assinatura do contrato. Os equipamentos permitirão o compartilhamento de imagens, alertas e informações em tempo real, acompanhando fluxos de circulação em áreas sensíveis.

Foto: Divulgação/Governo de São Paulo
Foto: Divulgação/Governo de SP

Fiscalização e ampliação do projeto

Como parte da parceria, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) disponibilizará dois drones para ações de fiscalização ambiental, auxiliando no monitoramento contra o desmatamento.

Segundo o subsecretário de Meio Ambiente da Semil, Jonatas Trindade, “a integração dos parques urbanos ao Programa Muralha Paulista representa um avanço importante na gestão dessas áreas. Estamos incorporando tecnologia e inteligência para ampliar a segurança dos visitantes”.

A segunda fase do projeto contemplará estudos para a implantação do sistema em outras unidades administradas pela Semil.

Entre os locais definidos para as próximas etapas estão o Parque da Juventude, na Zona Norte da capital; a Chácara da Baronesa, no ABC Paulista; o Jequitibá, em Cotia; e o Maria Cristina, na Zona Leste de São Paulo.

Funcionamento do sistema inteligente

O Muralha Paulista opera com câmeras interligadas para reconhecimento facial, leitura de placas e monitoramento.

O sistema cruza dados com o Banco Nacional de Mandados de Prisão para identificar foragidos, além de localizar veículos roubados e pessoas desaparecidas.

O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, destacou o impacto da medida.

“Segurança pública se faz com presença, inteligência e tecnologia. A integração dos parques estaduais ao Muralha Paulista amplia a capacidade de monitoramento, ajuda na prevenção de crimes e dá mais agilidade à atuação das nossas forças”, declarou.

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