Polícia
por Bernardo Rego
Publicado em 30/04/2026, às 09h26
Acusado de matar a esposa, soldado da PM Gisele Alves, com um disparo de arma de fogo que atingiu a cabeça da vítima, o tenente-coronel Geraldo Neto está em uma cela há mais de um mês com outros três policiais militares. Ele está preso no Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo, onde tem uma rotina de banho de sol durante 2 horas diárias e até cinco refeições.
Gisele, de 32 anos, foi morta dentro do apartamento onde morava com o marido no Brás, no Centro de São Paulo, em 18 de fevereiro. Ela tinha 32 anos. Segundo o Ministério Público (MP), ela queria se separar e o marido não aceitava o fim do casamento. As informações são do G1.
O oficial nega os crimes e alega que a mulher se matou após ele pedir o divórcio. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou como é a rotina do tenente-coronel na unidade onde está preso. "O interno se encontra alocado na ala voltada aos internos do regime fechado, primeiro estágio, em uma cela com outros 3 reeducandos", diz a nota.
Segundo a Polícia Militar, a rotina de todos os PMs presos inclui três refeições principais — café da manhã, almoço e jantar — além de duas complementares ao longo do dia, possivelmente lanches.
O tenente-coronel já está preso há 42 dias no Romão. Segundo a PM, o militar que entra preso na unidade mantém a patente, embora fique impedido de exercer autoridade hierárquica dentro do presídio. A unidade prisional é a única do estado de São Paulo destinada exclusivamente a policiais militares. Atualmente, tem capacidade para 328 detentos e abriga cerca de 250.
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