Polícia
A cantora Kelly Key e o empresário Mico Freitas denunciaram nas redes sociais o comportamento de um vizinho que mora em um condomínio na Freguesia. Segundo o casal, o homem já teria invadido casas, ameaçado moradores e apresentado atitudes consideradas preocupantes, especialmente em relação às mulheres da família.
De acordo com os relatos, o vizinho, identificado como o médico Alexandro Silveira, teria desenvolvido comportamentos imprevisíveis após misturar medicamentos psiquiátricos com bebidas alcoólicas. A cantora afirma que ele passou a demonstrar uma fixação pela filha do casal, deixando presentes na porta da casa e tentando contato frequente, como citado pelo G1.
Ele já entrou na casa da vizinha durante a madrugada e já tentou agredir meu pai com uma barra de ferro.
Segundo os moradores do condomínio, o homem já foi alvo de diversas denúncias por perturbação do sossego, calúnia e ameaça. Uma vizinha relatou à polícia que ele costuma andar pelos muros das residências e invadir propriedades.
Em um dos episódios mencionados pelos moradores, Alexandro teria afirmado ser namorado da filha de Kelly Key, o que aumentou a preocupação da família.
Diante da situação, Mico Freitas pediu que o Ministério Público acompanhe o caso e avalie a possibilidade de nomear um curador responsável pelo vizinho. Segundo ele, a medida seria necessária porque o homem não teria condições de responder sozinho por suas ações.
O médico também possui registros de denúncias feitos por sua ex-mulher na Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá.
Em um dos boletins de ocorrência, registrado em janeiro de 2024, ela relatou ter sido agredida por Alexandro após uma discussão motivada por ciúmes. Meses depois, fez outro registro ao encontrar uma arma de fogo sob o travesseiro do então marido.
A ex-companheira afirmou ainda ter sido vítima de violência psicológica durante anos de relacionamento, que durou mais de duas décadas.
Já separada, ela voltou à delegacia em 2025 para denunciar ameaças enviadas por áudio. Entre as mensagens citadas no registro, o médico teria afirmado frases como: “Se eu te pegar na empresa vou te matar” e “Você não vai ter paz”. Após as denúncias, a ex-mulher solicitou o divórcio formal e medidas protetivas de urgência contra o médico.
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