Polícia

Médica sofre tentativa de estupro em UPA na Zona Sul de SP; suspeito é preso

Foto: Divulgação/PMSP
Profissional foi atacada durante atendimento em unidade de saúde; caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher  |   BNews SP - Divulgação Foto: Divulgação/PMSP
Ana Caroline Alves

por Ana Caroline Alves

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Publicado em 23/03/2026, às 13h44



Uma médica de 30 anos foi vítima de uma tentativa de estupro enquanto trabalhava em uma unidade de pronto atendimento na Zona Sul de São Paulo.

O caso ocorreu na madrugada de domingo (22) e terminou com a prisão de um homem de 31 anos.

De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o suspeito foi detido após agredir a profissional dentro do consultório durante uma consulta, as informações são do g1.

Ataque aconteceu durante atendimento médico

O homem procurou atendimento na UPA Vila Santa Catarina alegando sofrer uma crise de ansiedade. Antes de ser chamado, ele entrou na sala da médica e solicitou ser atendido por ela, dizendo já conhecê-la de atendimentos anteriores na mesma unidade de atendimento.

Durante a consulta, o paciente passou a fazer comentários de cunho sexual e afirmou que queria “se aliviar” no local. A médica recusou e tentou encerrar o atendimento, mas o homem insistiu em permanecer no consultório.

Ao tentar sair da sala, a profissional foi surpreendida pelo suspeito, que a agarrou pelo pescoço e tentou impedir sua fuga.

violencia contra mulher
Foto: Reprodução/Freepik

Vítima reagiu e segurança conteve suspeito

Para se defender, a médica reagiu com chutes e socos enquanto pedia ajuda a outros funcionários da UPA. Um segurança da unidade ouviu os gritos e conseguiu conter o agressor até a chegada da Guarda Civil Metropolitana.

Aos agentes, o homem afirmou que faz uso de drogas e alegou não se lembrar das agressões, atribuindo o comportamento ao consumo de substâncias. Segundo o registro policial, ele já possui antecedentes por importunação sexual e atos obscenos.

O caso foi encaminhado à 2ª Delegacia de Defesa da Mulher, onde segue em investigação.

Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde informou que prestou acolhimento imediato à profissional e reforçou que não tolera qualquer tipo de violência.

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