João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, que está detido por, segundo a Polícia Civil, por
retirar a câmera GoPro acoplada ao braço de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morta após um salto de rope jump, acusou,
por carta, três colegas de estarem por trás do sumiço da câmera.
O equipamento é essencial para a investigação entender a dinâmica do caso, ocorrido no último dia 13, na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo.
A publicação escrita por ele foi divulgada nesta quinta-feira (25) pelos advogados Ana Flavia de Almeida Foguel e Vitor Aurélio, que representam o suspeito.
Colegas desceram após o acidente
Na carta, segundo o Metrópoles, ele descreve que, após a queda livre de Maria Eduarda, pediu ajuda pelo rádio e o primeiro a descer de rapel foi Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32, um dos três instrutores presos já no dia da morte.
Na sequência, ele relata que Kaue Felipe Silva Silveira, integrante do grupo Entre Cordas e considerado investigado– ele não está preso – “desceu rápido no rapel e foi até a jovem.
Eu não vi o que ele fez, pois a enfermeira [testemunha] estava chegando e eu sinalizei o local [da queda]”, escreveu.
O texto também destaca que outros integrantes do grupo também desceram para acompanhar o resgate, entre eles Luís Gustavo De Oliveira.
Presos no caso da morte após rope jump
Maicon Fernandes Cintra; Luís Felipe Feliciano Egoroff; Vitor de Freitas Gonçalves.
Dias depois (20/6), foram presos integrantes da organização do evento:
Evelyne dos Santos Gonçalves;João Antônio Pivetta da Silva; Gabriel Barros Martins .