Polícia

Pistoleiro do Bonde do Maluco, da Bahia, é preso após fuga para SP

Foto: Divulgação/Polícia Militar
Foragido da Bahia com quatro mandados de prisão foi identificado por reconhecimento facial após tentar esconder a identidade em SP  |   BNews SP - Divulgação Foto: Divulgação/Polícia Militar
Marcela Guimarães

por Marcela Guimarães

Publicado em 07/04/2026, às 11h30



Apontado como pistoleiro do Bonde do Maluco, facção criminosa da Bahia aliada ao Primeiro Comando da Capital (PCC), Sebastião Oliveira dos Santos, de 25 anos, foi preso pela Polícia Militar (PM) em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, no último sábado (4).

A prisão ocorreu na Estrada Pedro da Cunha Albuquerque Lopes, no bairro Perobal.

Identidade do pistoleiro

No momento da abordagem, o suspeito apresentou um nome falso e negou envolvimento com crimes. Segundo a PM, a verdadeira identidade foi confirmada após reconhecimento facial.

A partir da verificação, os policiais identificaram quatro mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça da Bahia.

Histórico criminal

Em depoimento às autoridades, o suspeito afirmou que deixou a Bahia por estar foragido. Ele relatou uma trajetória criminosa iniciada aos 9 anos de idade, marcada por assassinatos.

Sebastião confirmou fazer parte do Bonde do Maluco e disse que atuava como pistoleiro da facção, sendo responsável por executar rivais ou desafetos ligados a grupos como Bonde dos 40 e Comando Vermelho (CV).

A prisão aconteceu enquanto os policiais atendiam uma ocorrência de violência doméstica. A denúncia indicava que um homem teria agredido e torturado a companheira dentro de uma residência.

No local, os agentes encontraram Victor David Ferreira De Souza, de 31 anos, a esposa, de 18, e Sebastião.

Em depoimento à Polícia Civil, a jovem afirmou que o grupo havia deixado a Bahia por conta do histórico criminal do companheiro. Já em São Paulo, segundo ela, Victor passou a atuar com tráfico de drogas e se associou ao PCC.

A mulher também relatou que sofria agressões frequentes, mas não denunciava por medo de represálias. Ela afirmou ainda não possuir familiares no estado.

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