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Polícia apreende dólares falsos na casa de Bia Miranda durante operação; entenda

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Influenciadora é investigada por promover plataformas de apostas clandestinas; eletrônicos e bens de valor também foram recolhidos  |   BNews SP - Divulgação Reprodução/ Instagram
Ana Caroline Alves

por Ana Caroline Alves

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Publicado em 28/03/2026, às 10h35



A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro apreendeu cerca de US$ 40 mil em cédulas falsas durante uma operação realizada na residência da influenciadora Bia Miranda.

A ação aconteceu na tarde de sexta-feira (27) e faz parte da segunda fase da Operação Desfortuna, que investiga a promoção de jogos de azar ilegais.

Além do dinheiro falsificado, os agentes também recolheram joias, um veículo e diversos aparelhos eletrônicos, que serão analisados para aprofundar as investigações, as informações são do Splash UOL.

Dinheiro falso seria usado para atrair seguidores

De acordo com a polícia, a influenciadora utilizava cédulas cenográficas em dólares como estratégia para atrair seguidores e incentivar a participação em plataformas de apostas online.

Em depoimento, Bia Miranda afirmou que o dinheiro era utilizado apenas para gravação de conteúdos nas redes sociais. Ainda assim, os investigadores apuram se a prática fazia parte de um esquema maior ligado à divulgação de jogos ilegais.

Operação mira organização criminosa

A investigação é conduzida pela Delegacia de Combate ao Crime Organizado, à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro e busca desarticular possíveis redes de financiamento de atividades ilícitas.

Segundo a polícia, plataformas de apostas ilegais têm feito milhares de vítimas no estado do Rio de Janeiro, o que motivou o avanço da operação.

bia miranda
Foto: reprodução

Contas podem ser bloqueadas

Os investigadores solicitaram à Justiça o bloqueio das contas bancárias da influenciadora, além da análise detalhada dos dispositivos eletrônicos apreendidos.

A ação foi reforçada após alerta do Ministério da Fazenda e da Secretaria de Prêmios e Apostas, que indicaram a continuidade da divulgação de sites ilegais por parte da influenciadora, mesmo após a primeira fase da operação, realizada em 2025.

Investigação segue em andamento

Bia Miranda já havia sido citada na fase inicial da Operação Desfortuna, mas não foi localizada na ocasião. Agora, com novos elementos, a polícia tenta avançar na responsabilização dos envolvidos.

Até o momento, a defesa da influenciadora não se pronunciou oficialmente. O caso segue em investigação.

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