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Polícia faz operação em SP contra grupo suspeito de fraude milionária em E-commerce

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Investigação da Polícia Civil de SP aponta que grupo simulava vendas on-line e obtinha estornos para lucrar às custas das empresas  |   BNews SP - Divulgação Foto: Divulgação/SSP-SP
Redação BNews São Paulo

por Redação BNews São Paulo

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Publicado em 09/06/2026, às 14h27



A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (9) uma operação para cumprir mandados contra oito investigados por estelionato e associação criminosa. As ações ocorrem na capital paulista, em Guarulhos e em São Caetano do Sul.

A investigação é conduzida pela 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes Cibernéticos (DCCiber), ligada ao Deic.

Prejuízo ultrapassa R$ 263 mil

Segundo a apuração, o grupo é suspeito de realizar transações fraudulentas por meio de uma plataforma de comércio eletrônico (E-commerce).

Em uma das ações investigadas, ocorrida em dezembro de 2024, o esquema teria causado um prejuízo de R$ 263.512,82 a uma empresa.

Trabalho remoto/home office/E-commerce
Foto: Freepik

Como funcionava o golpe

De acordo com a Polícia Civil, os líderes da organização geravam links de pagamento pela plataforma e os enviavam a comparsas, geralmente pessoas próximas.

Após os pagamentos serem realizados, os valores eram rapidamente transferidos para contas de outros integrantes do grupo.

Na sequência, os compradores contestavam as transações junto às operadoras dos cartões de crédito e conseguiam o estorno total.

Com isso, os investigados ficavam com o dinheiro movimentado, enquanto o prejuízo ficava exclusivamente com a plataforma de E-commerce.

Justiça autorizou prisões e buscas

A Justiça autorizou a prisão dos oito investigados, além do cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão em endereços localizados em São Paulo, Guarulhos e São Caetano do Sul.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o inquérito apura os crimes de estelionato e associação criminosa.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a análise das movimentações financeiras relacionadas ao esquema criminoso.

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