Polícia

Suspeito de atacar policial em estação de metrô de SP é preso

Foto: Reprodução/TV Globo
Davi Soares de Carvalho foi identificado por meio da análise das imagens captadas pelas câmeras de segurança da estação  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/TV Globo
Tatiana Ribeiro

por Tatiana Ribeiro

Publicado em 13/06/2026, às 11h43



Um dos acusados da tentativa de assalto a um policial civil na estação São Bento do metrô, no Centro de São Paulo, que terminou com seis feridos, foi detido temporariamente por 30 dias na noite de sexta-feira (12). O episódio ocorreu em 30 de maio, próximo à Ladeira Porto Geral, acesso à Rua 25 de Março. Na ação, o policial, que estava de folga e fazia compras na região, foi surpreendido por três criminosos e trocou tiros com o trio.

Davi Soares de Carvalho foi preso por suspeita de participação na tentativa de assalto. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi identificado após a análise de imagens das câmeras de segurança da estação por meio de um sistema de reconhecimento facial. Com base em uma denúncia anônima, os investigadores localizaram Davi e cumpriram um mandado de prisão temporária.

Um dos envolvidos já havia sido preso

No dia da ocorrência, um dos envolvidos já havia sido preso em flagrante. A polícia agora procura o terceiro suspeito, que continua foragido.

O policial, que estava de folga e havia acabado de comprar um notebook na região da Rua 25 de Março, foi abordado por três criminosos dentro da estação. Durante a ação, um dos suspeitos apontou uma arma para a cabeça do agente, enquanto outro tentou roubar a bolsa onde estava o computador. O policial reagiu e efetuou disparos.

As imagens de segurança registraram o momento em que um homem que carregava a filha de 11 meses no colo foi atingido pelos tiros. Ao todo, cinco passageiros e um dos suspeitos ficaram feridos. O homem baleado precisou passar por cirurgia, enquanto a bebê, uma adolescente de 14 anos e outras vítimas receberam atendimento médico e foram liberadas posteriormente.

Legítima defesa

Inicialmente, a Polícia Civil registrou que o agente agiu em legítima defesa. No entanto, a Corregedoria da corporação analisa as imagens da ocorrência para avaliar a conduta do policial durante a troca de tiros. A arma utilizada por ele foi apreendida e passará por perícia.

O policial, que atua no setor de identificação de corpos e está em estágio probatório, segue em atividade enquanto as investigações prosseguem.

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