Política
por Gabriela Pessanha
Publicado em 06/07/2026, às 16h00
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (FecomercioSP) realizou nesta segunda-feira (6) um seminário para debater a atualização dos limites do Simples Nacional.
Ao longo do evento, os convidados cobraram um posicionamento mais assertivo do Governo Federal. Em entrevista ao BNews São Paulo, a deputada federal Adriana Ventura (Novo) afirmou que espera uma resolução ainda em 2026.
"Correram para aprovar uma pauta de jornada de trabalho, que tem impacto direto no setor produtivo, penalizando ainda mais o segmento. Tem que andar na mesma toada. Se correu com uma, tem que correr com outra", disse ao comparar o debate da escala 6x1 com a atualização do Simples Nacional.
O texto original do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21, que foi citado ao longo da manhã na FecomercioSP, prevê ajustes nos parâmetros aplicados aos Microempreendedores Individuais (MEIs).
No entanto, a argumentação realizada na casa reforça que regras semelhantes deveriam ser aplicadas às demais faixas de receita dos optantes pelo regime simplificado.
O objetivo é evitar distorções tributárias causadas pela defasagem dos limites de faturamento e preservar o Simples Nacional.
Segundo a Fecomercio, a proposta que seguirá para votação na Câmara dos Deputados visa elevar o limite do MEI de R$ 81 mil para R$ 145 mil; o das MEs, de R$ 360 mil para R$ 870 mil; e o das EPPs, de R$ 4,8 milhões para R$ 8,695 milhões.
De acordo com a FecomercioSP, o regime tributário do Simples Nacional é a opção de aproximadamente 24 milhões de pequenos negócios.
Essas empresas correspondem a 80% dos empregos formais que foram gerados em 2025.
Apesar do impacto do grupo na economia, desde 2018 o teto segue sem alteração para mitigar a defasagem inflacionária.
Classificação Indicativa: Livre
Fone top
cinema em casa
Qualidade Razer
Lançamento
som poderoso