Política

Haddad registra pedido de candidatura ao governo de SP e declara R$ 861 mil em bens

Foto:  Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O patrimônio declarado por Haddad inclui aplicações financeiras e ações, enquanto Márcio França apresenta bens menores  |   BNews SP - Divulgação Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Tatiana Ribeiro

por Tatiana Ribeiro

Publicado em 13/08/2026, às 09h50



O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) teve a candidatura ao governo de São Paulo registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira (12). Ele declarou patrimônio de R$ 861,2 mil à Justiça Eleitoral.

Já Márcio França (PSB), que ocupa o posto de vice-governador na chapa declarou bens estimados em R$ R$ 388,5 mil.

Fernando Haddad afirmou à Justiça que possui R$ 435,3 mil em aplicações financeiras, além de ser proprietário de 26% de uma casa na capital paulista — a parte declarada equivale a R$ 183 mil.

O ex-ministro detém R$ 140 mil em ações de empresas e outros R$ 100,9 mil em uma conta corrente. Haddad ainda declarou R$ 1,4 mil em uma caderneta de poupança.

Segunda vez que concorre ao cargo

Essa é a segunda vez que o ex-ministro da Fazenda de Lula se lança ao Executivo paulista. Há quatro anos, o petista concorreu ao cargo contra Tarcísio de Freitas (Republicanos) e foi preferido por 10,9 milhões de eleitores — cerca de 45% dos votos válidos no segundo turno.

O atual governador, aliado de Jair Bolsonaro (PL), foi eleito com a votação de 55% dos paulistas.

Perseguição a motorista

O ex-ministro da Fazenda e candidato ao Palácio dos Bandeirantes, Fernando Haddad,  contou nesta quarta-feira (12), em conversa com a imprensa, a respeito de uma abordagem da Polícia Militar contra o seu motorista. O fato teria acontecido após motorista levá-lo em casa em um bairro da Zona Sul de São Paulo na noite de terça-feira (11). 
Segundo Haddad, o motorista percebeu a aproximação de uma viatura da PM momento em que os agentes começaram a dar sinal de luz sobre o veículo e, na sequência, acompanhado o carro por cerca de 40 minutos.
O motorista e o advogado, Hélio Silveira, ficaram assustados com situação e decidiram parar em um hotel onde poderia contar com câmeras de segurança. Ainda segundo Haddad, o motorista teria questionado o motivo da abordagem e ouviu: “vaza, vaza”.

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