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Mpox avança no Brasil e chega em 13 estados; veja quantidade de casos registrados

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Ministério da Saúde monitora mais de 500 notificações suspeitas; até o momento, não há mortes registradas no país  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/Gov
Ana Caroline Alves

por Ana Caroline Alves

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Publicado em 10/03/2026, às 18h17



O Brasil já registrou 149 casos de Mpox em 2026, segundo dados atualizados do Ministério da Saúde do Brasil.

Do total, 140 foram confirmados e outros nove são considerados prováveis, enquanto 539 notificações ainda estão em investigação pelas autoridades sanitárias. Até agora, nenhum óbito relacionado à doença foi registrado.

Atualmente, 13 unidades federativas já confirmaram a presença da infecção. O estado de São Paulo concentra a maior parte dos casos, com 93 registros. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (18), Minas Gerais (11) e Rondônia (11).

Outros estados com confirmações são Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Ceará, Sergipe, Pará, Amazonas e o Distrito Federal, as informações são do O Globo.

Coinfecção e vigilância sanitária

Entre os casos registrados no país, autoridades de saúde identificaram ao menos 50 pacientes com coinfecção pelo HIV e outros 31 com diferentes infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

Apesar do aumento nas notificações, o número total de casos neste início de ano ainda é menor do que o observado no mesmo período de 2025, quando o país registrou 394 infecções nos primeiros três meses.

mpox
Foto: Reprodução/Gov

Como ocorre a transmissão e quais são os sintomas

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a mpox pode ser transmitida por contato direto com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais que carregam o vírus. A disseminação também pode ocorrer por meio de relações sexuais, uma das formas de transmissão que contribuiu para a expansão global da doença nos últimos anos.

Os sintomas iniciais costumam incluir febre, dores musculares, cansaço e aumento dos linfonodos. Em muitos casos, surgem lesões ou erupções na pele que começam no rosto e podem se espalhar pelo corpo, principalmente nas mãos e pés. Em infecções associadas à transmissão sexual, as lesões podem aparecer na região genital.

Entre as principais medidas de prevenção estão a higienização frequente das mãos, evitar contato com pessoas infectadas e a vacinação para grupos específicos, como pessoas vivendo com HIV e profissionais que trabalham com vírus da família Orthopoxvírus em ambientes laboratoriais.

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Tags Brasil Saúde