Política
por Bernardo Rego
Publicado em 23/07/2026, às 17h35
Em virtude da chegada de frentes frias e a passagem do inverno, as praias do litoral de São Paulo têm registrado aumento de águas-vivas e outros organismos gelatinosos. De acordo com o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), o fenômeno está relacionado às mudanças nas condições oceanográficas típicas da estação, como a passagem frequente de frentes frias, alterações nos ventos, correntes marítimas e ressacas.
A entrada de águas mais frias provenientes do sul e a dinâmica dos ecossistemas marinhos também contribuem para essa ocorrência. Segundo o GBMar, a recomendação é que a população evite o contato com as águas-vivas, "mesmo quando aparentarem estar mortas na faixa de areia, pois seus tentáculos podem manter a capacidade de causar queimaduras e irritações na pele".
“Em caso de contato com águas-vivas e surgimento de sintomas como dor, ardência ou irritação na pele, a orientação é procurar atendimento junto aos postos de guarda-vidas e serviços de saúde para avaliação”, diz o GBMar.
Segundo o GBMar, a população deve adotar alguns cuidados para evitar acidentes:
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