Política
O ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu uma queda na manhã desta terça-feira (6/1) dentro da quarto onde está preso, na sede da Polícia Federal, em Brasília.
A informação foi confirmada pela própria PF após o episódio ganhar repercussão, principalmente depois de ser mencionado publicamente por aliados e familiares.
Assim que a queda foi comunicada, a equipe responsável pela custódia acionou o atendimento médico disponível no local.
O episódio ocorreu dentro das dependências da Polícia Federal, sem necessidade de deslocamento externo imediato, segundo matéria da revista Veja.
Segundo a Polícia Federal, Bolsonaro foi atendido por médicos da própria corporação logo após a queda.
A avaliação inicial apontou que os ferimentos foram leves, sem indícios de gravidade que justificassem encaminhamento a um hospital naquele momento.
De acordo com os profissionais que prestaram o atendimento, o ex-presidente permaneceu consciente e não apresentou sinais clínicos que indicassem risco imediato.
Por esse motivo, a conduta adotada foi de observação, procedimento considerado padrão em situações semelhantes, especialmente quando o paciente se encontra em ambiente monitorado.
Em nota, a PF informou que o atendimento ocorreu de forma rápida e dentro dos protocolos previstos.
A corporação também reforçou que não houve intercorrências durante o acompanhamento inicial e que o quadro clínico não inspirava cuidados mais complexos naquele momento.
A divulgação das informações teve como objetivo esclarecer os fatos e evitar especulações, já que notícias envolvendo a saúde de um ex-presidente costumam gerar grande repercussão.
O episódio chamou atenção por ocorrer enquanto Bolsonaro cumpre pena sob custódia da Polícia Federal.
Situações como quedas, mesmo quando sem gravidade, tendem a gerar preocupação, principalmente quando envolvem figuras públicas em contextos sensíveis.
Apesar disso, até o momento, as informações oficiais indicam que não houve complicações decorrentes do acidente, e que o atendimento prestado foi suficiente para garantir a segurança do ex-presidente.
Segundo a Polícia Federal, Bolsonaro segue sendo acompanhado de forma preventiva após o episódio.
Não há indicação de agravamento do quadro nem de necessidade de novos procedimentos imediatos.
Com base no que foi divulgado oficialmente, a queda foi tratada como um incidente pontual, sem consequências mais sérias, e segue sendo monitorada pelas equipes responsáveis.
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