Política
Subiu para 21 o número de mortes causadas pelas fortes chuvas que atingem o estado de São Paulo desde o início do verão, em dezembro de 2025. O dado consta no balanço mais recente divulgado pela Defesa Civil de São Paulo, atualizado até o último fim de semana.
As mortes foram registradas em diferentes situações associadas aos temporais, como deslizamentos de terra, quedas de muros, alagamentos e enxurradas, que em alguns casos chegaram a arrastar veículos e pessoas. Além das vítimas fatais, o período também deixou 60 feridos em diversas regiões do estado.
Entre 1º de dezembro de 2025 e 8 de março de 2026, o levantamento aponta 520 ocorrências relacionadas às chuvas. O impacto também atingiu milhares de moradores: 2.463 pessoas ficaram desalojadas, quando precisam sair temporariamente de casa, e 1.136 ficaram desabrigadas, dependendo de abrigos públicos ou ajuda de familiares.
Segundo a Defesa Civil, até a manhã desta segunda-feira (9), 94 pessoas ainda permaneciam desabrigadas em diferentes municípios, como citado pelo site Metrópoles.
O monitoramento das condições climáticas segue em todo o estado. No último levantamento, 138 municípios estavam em estado de observação, 37 em atenção e duas cidades em alerta máximo: Ilhabela e Peruíbe, onde há risco elevado devido à intensidade das chuvas.
Em São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, o volume registrado em apenas 24 horas, entre sábado (7) e domingo (8), praticamente atingiu o esperado para todo o mês de março.
De acordo com a Defesa Civil, o município acumulou 118 milímetros de chuva, o equivalente a 86,2% da média mensal, estimada em 136,8 milímetros.
Diante do cenário, a Defesa Civil orienta a população a adotar medidas de prevenção durante períodos de chuva intensa:
Em caso de dúvidas sobre bloqueios em vias da capital paulista, a população pode buscar informações junto à CET pelo telefone 156 ou pelos canais oficiais de atendimento.
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