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Publicado em 26/08/2026, às 14h13 Foto: Divulgação/Caoa Chery Marcela Guimarães
A linha 2027 do Caoa Chery Tiggo 7 passou por uma atualização visual nas versões equipadas com motores a combustão.
Com isso, as diferentes configurações do SUV médio passam a compartilhar uma identidade mais próxima, depois de a versão híbrida plug-in (PHEV) ter recebido as mudanças anteriormente.
Os preços ficaram assim:
A principal mudança está na dianteira, que recebeu uma grade maior, com novo padrão interno, além de faróis redesenhados. O conjunto deixa o Tiggo 7 mais próximo visualmente do Tiggo 8.
O para-choque também foi atualizado, por mais que ainda tenha seus elementos próprios. Na traseira, a atualização é mais discreta e fica concentrada principalmente nas lanternas, que ganharam uma nova assinatura luminosa parecida com a adotada no Tiggo 7 PHEV.
Por dentro, as alterações são mais perceptíveis. O SUV agora conta com duas telas de 12,3 polegadas integradas em uma única estrutura, além de console central elevado e diminuição na quantidade de comandos físicos.
O painel ganhou acabamento predominantemente preto, novas saídas de ventilação e console redesenhado. A manopla de câmbio também foi revista e o volante passou a ter novo design.
Os recursos de segurança incluem o pacote Adas Max Drive com controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência, sensor de ponto cego, assistente de permanência em faixa e alerta de colisão traseira.
Com a atualização, toda a gama passa a compartilhar as mesmas dimensões: 4,55 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,70 m de altura e 2,67 m de entre-eixos.
O porta-malas da versão Sport mantém os 525 litros de capacidade. Nas configurações mais caras, o espaço aumentou de 475 para 484 litros.
O Tiggo 7 é oferecido no Brasil com três opções de motorização. A versão Sport utiliza o motor 1.5 turbo flex, associado ao câmbio automático CVT. O propulsor passou por uma recalibração em 2026 e agora entrega 143 cv, contra 150 cv anteriormente.
Em compensação, o torque subiu para 22,7 kgfm, contribuindo para diminuir o tempo de 0 a 100 km/h para 9,9 segundos.
Já o Tiggo 7 Pro é equipado com motor 1.6 turbo a gasolina, câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas. A potência passou de 187 cv para 180 cv, enquanto o torque permanece em 28 kgfm.
A antiga versão Pro Hybrid Max Drive, que combinava o motor 1.5 turbo flex a um sistema híbrido leve de 48 V, deixou de fazer parte da linha.
No topo, o Tiggo 7 PHEV combina um motor 1.5 turbo de 135 cv e 20,4 kgfm com um sistema elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm. A potência combinada chega a 279 cv, com torque de 37,2 kgfm.
O Tiggo 7 Sport, de R$ 139.990, recebeu central multimídia de 12,3 polegadas e mantém itens como faróis e lanternas de LED, painel digital de 12,3 polegadas, bancos com revestimento sintético premium, carregador de celular por indução e ar-condicionado digital automático com saídas para os ocupantes traseiros.
A lista também inclui partida por botão, freio de estacionamento eletrônico, volante multifuncional e assistentes de partida em subida e descida.
Por R$ 169.990, o Tiggo 7 Pro adiciona rodas de liga leve diamantadas de 18 polegadas, retrovisores com rebatimento elétrico, ar-condicionado de duas zonas, câmera 360º e assistente de farol alto.
A versão também traz alerta de ponto cego, mudança involuntária de faixa, fadiga, colisão frontal e tráfego cruzado traseiro, além de piloto automático adaptativo e assistente de centralização de faixa.
A configuração mais cara é o Tiggo 7 PHEV, de R$ 209.990. Além dos equipamentos da versão Pro, ela acrescenta rodas de 18 polegadas com desenho exclusivo, head-up display, câmera de 540°, vidros acústicos, teto solar panorâmico, GPS integrado e sete airbags, incluindo um de joelho para o motorista. O conjunto híbrido plug-in completa a lista.
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