Polícia
Publicado em 28/05/2026, às 14h39 Foto: Divulgação/Governo de SP Amanda Ambrozio
Nesta quinta-feira (28), a Polícia Civil de São Paulo, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), deflagrou uma operação de combate à pirataria focada em artigos esportivos.
A ação mirou o comércio ilegal de uniformes de seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2026, com destaque para as réplicas não autorizadas da camisa da Seleção Brasileira.
As equipes se concentraram em pontos populares de comércio na capital paulista, abrangendo a Avenida Valtier, no Canindé, além das ruas 24 de Maio e Dom José de Barros, localizadas na região da República.
Segundo a Agência SP, a ação de fiscalização resultou na retirada de circulação de um volume expressivo de mercadorias sem procedência legal.
Aproximadamente 2 mil camisas de seleções falsificadas e 85 mil álbuns e figurinhas da Copa do Mundo foram apreendidas pelas equipes, todos comercializados sem os devidos licenciamentos..
A Polícia Civil também prendeu cinco pessoas em flagrante durante a operação, eles foram conduzidos à delegacia e ficaram à disposição da Justiça.
De acordo com informações da Secretaria de Segurança de São Paulo (SSP), a operação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), na Divisão Antipirataria.
Os suspeitos detidos foram autuados com base na Lei Geral do Esporte e responderão por crimes contra a propriedade industrial.
A pena pelo crime de uso, venda ou ocultação de símbolos oficiais falsificados é de 2 a 4 anos, além do pagamento de multa.
Todo o material recolhido passará por perícia e permanecerá sob custódia da polícia como prova no inquérito.
Esta ação reforça a fiscalização sobre a propriedade intelectual e o comércio de réplicas em períodos de Copa do Mundo, onde as autoridades tentam coibir a evasão fiscal e a violação de direitos de marca das federações e fabricantes oficiais.
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