Polícia

Ex-funcionário é preso por roubo milionário na USP; veja os impactos

Suspeito de 27 anos teria usado conhecimento das áreas restritas da USP para facilitar ação armada no campus da zona oeste de SP  |  Foto: Divulgação/Agência SP.

Publicado em 11/02/2026, às 16h58   Foto: Divulgação/Agência SP.   Bianca Novais

A prisão de um ex-funcionário terceirizado da Universidade de São Paulo (USP) reacendeu questionamentos sobre a segurança em áreas restritas da maior universidade pública do país. O homem, de 27 anos, foi detido nesta quarta-feira (11), no bairro do Jaguaré, zona oeste da capital, suspeito de participar de um roubo ocorrido dentro do campus.

Segundo informações da Agência SP, ele é apontado como um dos envolvidos na ação criminosa registrada na madrugada de 1º de janeiro, no Instituto de Energia e Ambiente da USP.

Polícia Civil prendeu um homem de 27 anos, no bairro do Jaguaré, Zona Oeste da capital, suspeito de planejar e executar um roubo de cobre e eletrônicos na Universidade de São Paulo. Foto: Divulgação/Agência SP.

Crime na madrugada

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito e outros comparsas armados renderam vigilantes durante a invasão. O grupo teria subtraído grande quantidade de cobre e equipamentos eletrônicos, itens de alto valor e fácil revenda no mercado ilegal.

A escolha do alvo e a dinâmica da ação chamaram a atenção dos investigadores, especialmente pelo nível de conhecimento da estrutura interna do prédio.

Acesso facilitado

As investigações indicam que o homem preso já havia trabalhado como terceirizado na instituição e tinha acesso a áreas restritas. Esse histórico teria facilitado o planejamento e a execução do crime.

Ele foi identificado a partir da análise de imagens, depoimentos de testemunhas e dados telefônicos. A prisão foi realizada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Investigações continuam

O suspeito permanece à disposição da Justiça. O caso foi registrado como associação criminosa, e as diligências seguem para identificar outros envolvidos e tentar recuperar os materiais levados.

A Polícia Civil não descarta novas prisões nos próximos dias, enquanto amplia o cerco para desmontar o grupo responsável pela invasão ao instituto.

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